Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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"Fascismo como arte", quinto volume da obra "Labirintos do fascismo", desenvolve a ideia do fascismo como a mais ambígua das formas políticas e, nesse sentido, como a mais artística de todas elas. E à medida que se afirma como uma paradoxal revolta na ordem estabelecida, o fascismo recorreria, mais do que qualquer outra forma política, à arte para encobrir, ideologicamente, a renovada opressão que promove.
João Bernardo nasceu em Porto, Portugal, em 1946. Começou a estudar História na Universidade de Lisboa mas acabou expulso por seu posicionamento político. Foi perseguido por sua filiação ao Partido Comunista Português, viveu exilado em Paris de 1968 até 1974, onde se aproximou do maoísmo, e em 1984 veio ao Brasil, já afastado desta corrente, agora, ligado a visão crítica do capitalismo e da experiência comunista soviética, "um capitalismo de Estado". Cientista social autodidata, é convidado frequente a lecionar cursos de pós-graduação no país. Entre suas obras estão "Marx crítico de Marx", "Capital, sindicatos, gestores" e "Economia dos conflitos sociais".
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