Como recomendar livros para amigos sem arruinar a amizade
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Quatro diferentes povos indígenas de poucos contatos com a sociedade branca são aqui representados por histórias relacionadas a seus costumes e tradições. Os lindos e coloridos desenhos que servem de ilustração foram feitos pelos próprios indígenas, e revelam seu amor pela cor sua visão de mundo extremamente simbólica.
Luís Donisete Benzi Grupioni nasceu em São Paulo. Antropólogo, formou-se na USP, onde defendeu sua dissertação de mestrado e sua tese de doutorado em Antropologia Social. Fez pesquisa de campo entre os Bororo, no Mato Grosso, e entre os Zo’é e Tiriyó, no norte do Pará. Foi fundador e pesquisador do Mari – Grupo de Educação Indígena/USP (1988-2002) e consultor do Ministério da Educação para a política de educação escolar indígena (1999-2002). Atualmente é coordenador executivo do Instituto de Pesquisa e Formação Indígena – Iepé, uma organização que trabalha com os povos indígenas no Amapá e norte do Pará. É autor dos livros infantis Viagem ao mundo indígena (Berlendis & Vertecchia Editores, 1997), Memória das palavras indígenas (Canal Futura, 2012) e O que é o que é? O pajé e as crianças numa aldeia Guarani (Editora Moderna, 2014). Autor também da obra Coleções e expedições vigiadas (Hucitec, 1998) e organizador dos livros Índios no Brasil (SMC, 1992), A temática indígena na escola (MEC/Mari/Unesco, 1995), A Carta de Pero Vaz de Caminha: documentos e ensaios sobre o achamento do Brasil (DBA e Xerox, 2000), Povos indígenas e tolerância (Edusp/Unesco, 2001), Amazonia, native traditions (Brasil Connects, 2004), Brésil indien (RMN, 2005), Formação de professores indígenas (Unesco, 2006), A presença do invisível (2016) e Em defesa do espaço cívico (Iepé/RCA, 2023). Foi curador de várias exposições etnográficas e fotográficas sobre os povos indígenas no Brasil e no exterior: Índios no Brasil (São Paulo), Artes indígenas na Mostra do Redescobrimento (São Paulo e Rio de Janeiro), Amazônia, native traditions (Pequim), Brésil indien (Paris), A arte da transformação: máscaras e rituais indígenas (Brasília). Em 2002, recebeu a Ordem Nacional do Mérito Educativo, concedido pela Presidência da República do Brasil.
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