Por que reler um livro é sempre uma experiência diferente
Reler um livro que você amou parece perda de tempo quando há tanto ainda para ler. Mas a releitura revela camadas que a primeira passagem não alcança, e diz algo sobre quem você se tornou.
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Léo Ferreira é compositor, cantor, violonista, poeta e percussionista. Lançou, na década de 1980, o livro Canto de rua, uma coletânea de poetas novos, pela José Olympio. Os poemas que publicou, então, incluindo o que dá título ao livro, foram elogiados pelo também poeta e então crítico Félix de Athayde, em resenha publicada no caderno “Livros” (atual “Ideias”) do Jornal do Brasil. Pouco depois, recebeu Menção Honrosa no Concurso José Lins do Rego de Poesia (do Governo da Paraíba), com João Cabral de Melo Neto entre os jurados. Publicou um poema na revista Ímã, ao lado de Caetano Veloso e Haroldo de Campos, entre outros. Lançou o CD “Intransferível tigre”, em que mistura poesia e música, no CEP 20.000, com Chacal (com quem também se apresentou). Suas composições misturam seus textos a poemas de Fernando Pessoa, Waly Salomão, Carlos Drummond, Torquato Neto e Luis Capucho (de quem é parceiro e com quem já dividiu o palco).
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