Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Esta Iniciação ao candomblé foi originalmente publicada em 1993 a partir de entrevistas com sacerdotisas e sacerdotes e de pesquisa em uma bibliografia ainda restrita, mas que já consagrava as culturas afro-brasileiras. A Pallas decidiu convidar o autor para fazer uma nova edição atualizada. Após duas décadas, outras investigações foram aprofundadas, mais dados disponibilizados e a antiga tradição oral do candomblé passou a contar com uma vasta bibliografia disponível. A partir deste desafio, o autor revisitou alguns conceitos iniciais e aprimorou aspectos da historiografia. O candomblé não é apenas uma única tradição de religião africana continuada no Brasil, é também uma criação multiétnica crescida em terras baianas, proveniente de diversos grupos de origem e religiões de antiga convivência e trocas. Essa história, que começa muito antes, é também a nossa história de Brasil e, por isso, esse livro se faz tão necessário.
Zeca Ligiéro é encenador, autor, artista visual, com mestrado e doutorado na NYU, e pós-doc na Yale University e na Paris 8. Entre suas montagens destacam-se: The third Bank of the River, de Guimarães Rosa, 1987 (EUA); Noticias de las cosas passadas, 2009 (Colômbia); Mama África (codireção de Barbara Santos), 2010 (Senegal); e Mariana, Princesse turque d’Amazonie, 2016 (França). Realizou inúmeros documentários sobre as performances Afro-Ameríndias. Entre seus livros: Divine Inspiration from Benin to Bahia, 1993 (EUA), Iniciación al Candomblé, 1993 (Colômbia), Corpo a Corpo: estudos das performances brasileiras, 2011 (Brasil); Initiation into Candomblé: Introduction to African-Brazilian Religion, 2014 (EUA); Teatro das origens: Estudos das performances afro-ameríndias, 2017 (Brasil); organizador de Performance e antropologia de Richard Schechner, 2012, e Augusto Boal: arte, pedagogia e política, 2013 (Brasil). É professor do Departamento de Direção Teatral do PPGAC-UNIRIO.
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