Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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A experiência da imigração no Brasil teve resultados em diversos âmbitos da vida social, seja na economia, na política ou na cultura. Do trabalho manual ao intelectual, no campo ou na cidade, todos que aportaram a esta terra deixaram suas marcas, buscando com isso estabelecer formas de convívio na diáspora. Centrada na produção de impressos por imigrantes que escolheram São Paulo como nova morada, essa página apresenta grande quantidade de títulos de “jornais imigrantes”, dimensionando, assim, a diversidade e complexidade da experiência da imigração vivida no estado, tanto pelas inúmeras nacionalidades que compunham o contingente imigratório – que abarcam desde italianos, alemães, espanhóis, húngaros até árabes – como pelas várias formas de inserção dos imigrantes na sociedade de então – como colonos, trabalhadores fabris e artesanais urbanos ou comerciantes. Na imprensa mesclam-se as formas de inserção – ou reclusão – e os discursos elaborados por esses imigrantes sobre suas novas realidades... longe da terra natal. Co-edição: Memorial do imigrante.
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