Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Aisengott a Cidade do Progresso
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Em um mundo onde as nações evoluíram graças à descoberta do Agva, um mineral cheio de propriedades especiais que serviu para impulsionar tanto os motores a vapor quanto o desenvolvimento de diversas tecnologias para a humanidade, surgiu o Império Undro, o atual ápice dessa sociedade humana. No coração desse império, onde o poder governamental é dividido em três pilares — nobreza, religião e militar —, se inicia um plano que vai abalar a sua conjuntura secular, na cidade que é considerada a mais importante para o desenvolvimento imperial, Aisengott, também conhecida como a cidade do progresso. Lidando com a violência e o caos que crescem a cada dia nas ruas da cidade, o investigador Duley deve solucionar os assassinatos atribuídos à fanáticos religiosos, ao mesmo tempo em que a repórter Liz busca pela verdade por trás dos desaparecimentos de necessitados, enquanto o chanceler militar Ivar arquiteta a ruína de seus adversários poderosos. O caminho deles acaba se cruzando, gerando o conflito entre ambição e tática contra audácia e sagacidade, o que promove revelações hediondas para os cidadãos aisengottianos e para todo Império Undro. Tudo isso acontece em Aisengott, a cidade acostumada a gerar todo tipo de progresso, sejam eles benéficos ou não, para esse império a vapor.
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