Os melhores livros paradidáticos para o ensino médio
Uma seleção dos paradidáticos mais usados em escolas brasileiras, por disciplina, faixa etária e nível de leitura. Para professores que querem fazer o aluno querer ler o livro indicado.
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Ilha do tesouro é a obra que estabeleceu a mística pirata na literatura ocidental. Foi neste livro que a perna de pau, o baú do tesouro, os mapas secretos, o papagaio no ombro e, também, os nomes de Long John Silver, Billy Bones, Capitão Flint e outras figuras ficaram conhecidas. Robert Louis Stevenson une uma narrativa empolgante de pura aventura com a didática leve sobre navegação e costumes da Era Vitoriana para nos fazer viajar juntos com a tripulação e encontrar tesouros tão o mais valiosos do que dobrões e peças de oito. Um velho capitão pirata com um mapa roubado que leva a um tesouro escondido. Um marujo com uma perna de pau e um papagaio no ombro. Uma jornada cheia de perigos em uma ilha desconhecida. Se tudo isso parece lugar comum hoje em dia, em 1882 era um mundo extraordinário. Valendo-se de casos reais da pirataria que assolou as Américas entre os séculos 17 e 18, Robert Louis Stevenson escreveu para seu enteado a história que gostaria de ter lido quando criança. Essa história ressoa até hoje, uma leitura emocionante que criou o imaginário popular sobre os piratas e suas aventuras. Io-ho-hô, e uma garrafa de rum! 320 páginas, 16 x 23 cm Tempo de leitura: 7 horas Título original: Treasure Island (1886) Tradução: Gabriel Naldi Ilustração: Andre Ducci Robert Lewis Balfour Stevenson (seu nome verdadeiro) nasceu em 1850, em Edimburgo, Escócia. Por conta de sua saúde frágil, passou boa parte de sua infância na cama. Para passar o tempo, inventava histórias e as contava para sua mãe. Formou-se em direito, profissão que nunca exerceu. Aos 23 anos, já convivia com escritores e escrevia para revistas. Adulto, sua tuberculose o fez viajar e morar em diversos países, sempre em busca de climas que amenizassem a doença. Um desses lugares foi a França, onde conheceu e se apaixonou por Fanny Vandergrift Osbourne, dez anos mais velha e já com um filho. Quando Fanny retornou a São Francisco, nos Estados Unidos, Stevenson foi atrás dela. Os dois se casaram em 188
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