Filosofia para quem não é filósofo: os melhores livros para começar
A filosofia parece intimidadora, mas suas perguntas são as mais humanas que existem. Uma seleção de livros que tornam o pensamento filosófico acessível, relevante e fascinante.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Manuel García Morente (1886–1942) ocupa uma posição singular na história do pensamento tradicional. Filósofo racionalista, professor universitário e tradutor de Kant, Spengler e Descartes, teve de deixar a Espanha em setembro de 1937, perseguido pelos comunistas. Exila-se em Paris, onde se dá o seu processo de conversão ao catolicismo. Mas a sua conversão não significou simplesmente o abandono do materialismo — o que, de si, não seria de somenos importância. Um homem do ambiente liberal, pelo fato mesmo de recuperar a fé católica, intuiu imediatamente o alcance religioso da história de Espanha. E, assim, empreende a crítica ao sistema de seu pensamento anterior. A 10 de setembro de 1938, ingressa no convento dos Padres Mercedários de Poyo, em Pontevedra. Ordena-se padre em 1941. Idea de la Hispanidad — originalmente publicada pela Espasa-Calpe, em 1938 — reúne as conferências que García Morente ministrou, recém-converso, em Buenos Aires, em junho desse mesmo ano. A partir da 3ª edição do livro, de 1947, passaram a figurar na coletânea dois discursos, de tema correlato: “O Pontificado e a Hispanidade” — proferido na Real Academia de Jurisprudência de Madrid, a 12 de maio de 1942, em homenagem ao Papa Pio XII — e as “Ideias para uma filosofia da história da Espanha” — que marcaram a abertura do curso acadêmico de 1942-43 da Universidade de Madrid. Todos esses estudos estão reunidos nesta primeira edição brasileira dos escritos hispânicos de Manuel García Morente, traduzidos por Rosa e Carlos Nougué, que também traduziram em vernáculo um ensaio de Rafael Gambra (1920–2004) e a carta “O fato extraordinário”, em que o mestre da Hispanidade esmiuça alguns detalhes fundamentais de sua conversão. Completam esta edição única em língua portuguesa um prefácio do prof. Miguel Ayuso.
Planeje no seu ritmo
Esta edição tem 332 páginas. Escolha uma meta diária possível e ajuste o plano conforme a leitura avançar.
Ritmo tranquilo
34 dias
10 páginas por dia
Ritmo constante
17 dias
20 páginas por dia
Ritmo intenso
12 dias
30 páginas por dia
Manuel García Morente (1886–1942) ocupa uma posição singular na história do pensamento tradicional. Filósofo racionalista, professor universitário e tradutor de Kant, Spengler e Descartes, teve de deixar a Espanha em setembro de 1937, perseguido pelos comunistas. Exila-se em Paris, onde se dá o seu processo de conversão ao catolicismo. Mas a sua conversão não significou simplesmente o abandono do materialismo — o que, de si, não seria de somenos importância. Um homem do ambiente liberal, pelo fato mesmo de recuperar a fé católica, intuiu imediatamente o alcance religioso da história de Espanha. E, assim, empreende a crítica ao sistema de seu pensamento anterior. A 10 de setembro de 1938, ingressa no convento dos Padres Mercedários de Poyo, em Pontevedra. Ordena-se padre em 1941.
Outros livros de Manuel Garcia Morente
Livros na mesma categoria
Sua vida de leitura
A Lireo é uma plataforma para organizar sua estante, registrar páginas e impressões, publicar resenhas e encontrar pessoas que estão lendo os mesmos livros.
Dicas e recomendações para leitores
A filosofia parece intimidadora, mas suas perguntas são as mais humanas que existem. Uma seleção de livros que tornam o pensamento filosófico acessível, relevante e fascinante.
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
Romance histórico é o gênero que combina o prazer da ficção com a riqueza da história. Uma seleção dos melhores, do Egito Antigo à Segunda Guerra, para quem quer aprender enquanto se diverte.
Para escolas, universidades, autores e editoras