Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Intercalando ficção e relatos pessoais, os escritos desta obra entremeiam-se perpassando pelas Histórias criadas na imaginação do autor como tal e pelas suas Memórias lembradas após realmente vivenciadas. Tentem, e conseguirão, talvez sem grandes dificuldades, deduzir ou descobrir o que aconteceu de verdade e foi escrito, e o que não aconteceu, mas, também foi escrito nestas páginas. Ou apenas contentem-se em conhecer estes escritos sem sondar quais são as Histórias e quais as Memórias contidas neste livro. Mas nele, de uma forma ou de outra, conheçam o bichano “Gatuno de sonos” da madrugada. Permitam-se brevemente refletir alguma pretensa ou mínima sabedoria suposta pelo “Guru filosófico” e “O pupilo do guru filosófico”. Entendam, de forma parabólica, irônica e bem humorada, porque o “Coração não sente o que olhos não veem”. Ao menos tentem imaginar um Eldorado e um princípio de Terra Nova, onde pudéssemos viver bem e fazer prosperar toda a gente, como em “A Ilha”. Fujam da realidade trivial e simplesmente deixem a mente devanear em um sonho romântico partilhado em “O paladino do idílio e da aliança”... Entre outros contos criados pelo simples prazer do autor em descrever as coisas como foram de fato ou pelo olhar que delas ele teve, ou ainda de ao menos imaginá-las como fortuitamente poderiam acontecer e, em certos casos – sob sua perspectiva pessoal lançada além de sua autonomia autoral – até como ele acha que teriam de acontecer.
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