Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Henri Marrou dedica os dois últimos capítulos de sua História da Educação na Antigüidade às relações entre a educação clássica e o advento do Cristianismo e ao surgimento das escolas cristãs de tipo medieval. Nesta História da Educação na Antigüidade Cristã, Ruy Afonso da Costa Nunes dá sequência ao trabalho de Marrou expondo as concepções pedagógicas dos Santos Padres — os doutores e escritores cristãos dos primeiros séculos — no contexto escolar e cultural do fim do mundo antigo. “O Logos divino se encarnou, se fez homem para a nossa salvação. Agora não precisamos mais de nenhuma escola humana, não nos devemos preocupar com Atenas, com o resto da Grécia ou com a Jônia. Temos por didáscalos, mestre, aquele que tudo sabe e tudo criou com o seu poder e a sua bondade, e esse Mestre tudo nos ensina por meio das suas profecias, das suas leis e da sua doutrina, e pelo Logos divino o mundo inteiro tornou-se Atenas e Grécia”.
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