Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
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As religiões estão na ordem do dia e entram nas nossas casas a pretexto de notícias sobre os piores incidentes político-militares. Se queremos tornar o mundo mais vivível, não podemos ignorar «o outro» e as suas raízes profundas. E a religião é, talvez, a raiz mais profunda de todas. Em História Concisa das Grandes Religiões, a equipa do historiador João Gouveia Monteiro oferece a todos os leitores uma visão panorâmica de seis influentíssimas tradições religiosas: por um lado, o Judaísmo, o Cristianismo e o Islão, as «religiões proféticas», que nasceram do tronco de Abraão e que são o fundamento da cultura ocidental e do Médio Oriente; por outro, o Hinduísmo, o Budismo e o Confucionismo - as «religiões místicas e sapienciais» que cresceram na Índia e na China. Trata-se de um livro didático e não confessional, por onde desfilam algumas das personagens e das obras que mais marcaram a nossa História: os profetas bíblicos; Jesus e o Novo Testamento; Maomé e o Alcorão; os sábios videntes que compuseram os Vedas na Índia; os renunciantes hindus que inventaram a metafísica das Upanixades; Siddhârta Gautama, «o Buda», que concebeu uma nova explicação para o sofrimento humano; e Confúcio, o grande mestre chinês recordado pelos seus discípulos nos Analectos. Uma aventura fascinante, não só pela beleza e força das personagens e dos textos, mas também pela comovente constatação do esforço desmedido do ser humano para se superar e transcender. Um livro cheio de lições para o tempo presente.
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