Literatura africana contemporânea: vozes que o mundo precisa ouvir
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Passado e Futuro das Guerras Culturais
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De Lutero a Donald Trump, da invenção da imprensa às redes sociais, o historiador português Rui Tavares nos mostra como operam as guerras culturais. do autor de Agora, agora e mais agora , um livro essencial para conhecer melhor o passado, entender os labirintos do presente e vislumbrar saídas para o futuro. Todos já nos vimos envolvidos em alguma guerra cultural — fenômeno de polarização extrema em torno de identidades, valores e narrativas, que desperta grande intensidade emocional. O que nem todos sabemos é que as guerras culturais não são privilégio do nosso tempo. Em Hipocritões e olhigarcas , Rui Tavares nos mostra as várias formas que as guerras culturais assumiram ao longo dos séculos e aponta caminhos para superá-las. Com a condução humanista de um erudito, o livro passeia entre o mito do Minotauro, a imprensa de Gutenberg, o terremoto de Lisboa, o Iluminismo e a Revolução Francesa, os casos Dreyfus e Mortara, a rádio e o nazismo, as políticas sociais de Roosevelt e o desejo político, o impeachment de Dilma Rousseff e as igrejas neopentecostais, o populismo de Donald Trump e os tentáculos de Elon Musk. Uma leitura saborosa, que ao mesmo tempo enriquece nosso repertório e, de algum modo, nos prepara para a vida em sociedade.
Rui Tavares (Lisboa, 1972) é historiador, cientista social e deputado português, colunista da Folha de S.Paulo, autor de diversos livros, entre eles Esquerda e direita (2016), O pequeno livro do Grande Terremoto (2022, vencedor do prêmio RTP/Público em 2005) e Agora, agora e mais agora (2024), todos lançados no Brasil pela Tinta-da-China.
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