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Biografias

Hemingway e Paris

Um Caso de Amor

2ª Edição - 2021266 páginasGryphuspt
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Sinopse

Esta obra é a história de uma paixão vivida pelo escritor americano e a capital francesa. A narrativa desse amor intenso, que nasceu quando Ernie era um garoto de 22 anos e Paris, recém-saído da belle époque, começava a mergulhar na exuberância criadora dos anos vinte. Pois essa paixão se fez duradoura e acompanhou o escritor pela vida afora. A obra é também uma fascinante viagem pela cidade-luz ao lado de um cicerone muito especial, um cicerone que amava Paris: Ernest Hemingway. Caminhando com ele, o leitor vai andar pela cidade dos anos vinte – quando ainda havia fiacres e tomava-se absinto - , trinta, quanrenta e cinquenta. Conta o autor, Benjamim Santos: “Mesmo sem saber que estava sendo escrito, comecei a escrever este livro quando estive em Paris pela primeira vez. Para percorrer a cidade, tracei alguns roteiros não convencionais que me levaram a lugares que o turista apressado ignora. Um dos roteiros mais queridos foi mergulhar nos caminhos de Hemingway pela cidade. Com agenda e caneta nas mãos, procurava, olhava, fazia anotações. Era como seu eu me sentisse o próprio Hemingway quando era pobre, subindo a montagne Sainte Geveniève para chegar em casa no alto da colina, ou atravessado o Sena, depois de rico, quando passou a hospedar-se no Ritz. Escrevi para melhor entender Hemingway. Além das anotações de minhas viagens a Paris debrucei-me sobre toda a obra dele . O resultado é que sigo seus passos por Paris desde dezembro de 1921 até 1959, quando esteve lá pela última vez.”

Sobre Benjamim

Desde menino, Benjamim Santos teve certeza de que, em algum momento, iria a Paris. E embrenhou-se na cidade pela história, a literatura, a fotografia, o cinema. Aprendeu a viajar viajando pelo Brasil. Como técnico em educação, aplicando treinamentos, conheceu quase todas as capitais e pegou o gosto da viagem pelos delírios de bem conhecer cada lugar, sem pressa, como viajante-descobridor, sempre em busca do segredo e da fruição. Em Ouro Preto, alcançou o nirvana na Sala dos Inconfidentes. Em pouco tempo, voltou cinco vezes à antiga Vila Rica. De uma delas, seguiu de ônibus, sozinho, até Porto Alegre, daí a Santo Ângelo (com reverência a Érico Veríssimo quando passou por Cruz Alta) e, de Santo Ângelo, a São Miguel, para ver as ruinas da Catedral do antigo povo guarani. Quando afinal chegou a Paris, viveu seu máximo alumbramento. Mergulhou na profundeza de cada mistério dos seus roteiros: a Catedral, Hemingway, Joana d’Arc, pequenos museus, as ruas, as pessoas pelas ruas, os cafés. Fotografava pouco, via muito por muito tempo e anotava, anotava. Não viveu nenhum romance, entregue que esteve sempre e em todas as outras vezes que voltou, à sua paixão maior: Paris, a cidade de Montaigne Chopin, Cocteau, Jean Valjean, Balzac, D’Artagnan, Maigret, Colette, Michele Morgan... mesmo que nem tenham nascido lá.

Detalhes do livro

Título
Hemingway e Paris
Autor
Benjamim Santos
Editora
Gryphus
Ano
2026
Páginas
266 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9786586061277
Edição
2ª Edição - 2021
Formato
Brochura

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