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Direito

Guia de SobrevivêNcia do Ordenador de Despesas - 2026

União, Estados e MunicíPios

2ª Edição - 2026760 páginasJuspodivm *pt
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Sinopse

Prefácio (1ª ed.) do Ministro do TCU Antonio Anastasia e do Prof. Dr. José Matias-Pereira Prefácio (2ª ed.) do Prof. Jorge Ulisses Jacoby Fernandes CONFORME: • Lei Complementar 101/2000 (LRF) atualizada pela Lei Complementar 214/2025. • Lei 13.655/2018 (atualizou a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro). • Lei 8.429/1992 atualizada pela Lei 14.230/2021 (Lei de Improbidade Administrativa). • Lei 14.133/2021 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos) atualizada pela Lei 15.210/2025. • Lei 9.784/1999 (Lei do Processo Administrativo no âmbito da Administração Pública Federal). • Decreto 93.872/1986. • Decreto-Lei 200/1967. INCLUI: • Papel desempenhado pelo Ordenador de Despesas nas organizações públicas. • Abordagem “consequencialista” sobre a Ordenação de Despesas. • Atuação do Ordenador de Despesas na gestão da execução orçamentária e financeira. No planejamento, acompanhamento e avaliação do orçamento; na gestão contábil e patrimonial; na gestão contratual; na gestão de convênios e instrumentos congêneres. • Aspectos fiscais a serem observados pelo ordenador de despesas primário durante e no término de mandato. • Recuperação fiscal para Estados, DF e Municípios. • Equilíbrio Orçamentário para as Organizações Públicas. POR QUE ESCOLHER A OBRA “GUIA DE SOBREVIVÊNCIA DO ORDENADOR DE DESPESAS - UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS”? O Guia de Sobrevivência do Ordenador de Despesas é uma obra singular, essencial e indispensável para todas as servidoras e servidores públicos federais, estaduais e municipais envolvidos na gestão orçamentária, financeira, contábil, patrimonial e/ou contratual das organizações públicas. O Capítulo 1 inicia com uma análise do histórico e papel desempenhado pelo Ordenador de Despesas nas organizações públicas, destacando a importân­cia dessa função e suas responsabilidades essenciais para o bom funcionamento da administração pública. Compreender o histórico e as responsabilidades do ordenador de despesas é crucial para reconhecer a relevância da função e atuar de forma eficaz desde o início de sua jornada profissional com consciência e assertividade. No Capítulo 2, explora-se a abordagem “consequencialista” sobre a Orde­nação de Despesas à luz da LINDB e da Lei de Improbidade Administrativa, oferecendo uma visão crítica sobre como as decisões do ordenador podem impactar a conformidade legal e os riscos associados a possíveis infrações considerando o posicionamento dos órgãos de controle sobre dolo, erro grosseiro ou erro formal e a repercussão para os envolvidos. Este capítulo ajuda a entender as implicações legais das decisões e a mitigar riscos associados a infrações, garantindo que o ordenador atue dentro dos limites legais e com a devida diligência: segurança técnica nas decisões. O Capítulo 3 aborda a gestão da execução orçamentária e financeira, forne­cendo subsídios sobre operações rotineiras: restos a pagar, despesas de exercícios anteriores, reconhecimento de dívida sem cobertura contratual, suprimento de fundos e o fracionamento da despesa, gastos com locomoção, ressarcimento ao erário, pagamento antecipado, aplicação da fonte de recursos e emendas impo­sitivas. Conhecer detalhadamente esses procedimentos rotineiros permite uma gestão financeira precisa e eficiente, fundamental para a boa administração dos recursos públicos e a prevenção de infrações. No Capítulo 4, discute-se o papel do ordenador no planejamento, acom­panhamento e avaliação do orçamento, ressaltando a importância em dominar os instrumentos de planejamento, o ciclo orçamentário da LOA, a elaboração da proposta orçamentária conectada com o Plano de Contratações Anual e modelos de avaliação da qualidade do gasto. A capacidade de planejar e avaliar o orça­mento de forma eficaz é essencial para a alocação adequada dos recursos e para garantir que as metas e os objetivos da administração pública sejam alcançados. O Capítulo 5 é dedicado à gestão contábil e patrimonial, detalhando o papel do ordenador em relação ao inventário, às demonstrações contábeis e as conformidades (gestão e contábil). Dominar a gestão contábil e patrimonial assegura a integridade dos registros financeiros e patrimoniais, contribuindo para a transparência e a precisão das informações contábeis. No Capítulo 6, explora-se a gestão contratual, trazendo conceitos básicos constantes na Lei nº 14.133/2021 e que se conectam ao fluxo da despesa. A compreensão da legislação e dos processos contratuais é crucial para garantir que as contratações públicas sejam realizadas de maneira correta e eficiente, evitando problemas legais e administrativos. O Capítulo 7 trata da gestão de convênios e instrumentos congêneres, proporcionando orientações sobre a celebração, a execução e a prestação de contas desses instrumentos considerando os aspectos relacionados à execução da despesa. Gerenciar convênios e outros instrumentos similares com eficácia é essencial para garantir que os recursos sejam utiliza

Detalhes do livro

Título
Guia de SobrevivêNcia do Ordenador de Despesas - 2026
Autor
Giovanni Pacelli
Editora
Juspodivm *
Ano
2026
Páginas
760 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9788544263648
Edição
2ª Edição - 2026
Formato
Brochura

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