Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Qualquer um que ler esta obra se surpreenderá, seja porque entendeu uma regra nova, seja porque descobriu uma maneira nova de analisar sua língua, seja porque não esperava que fosse possível encontrar um livro sobre esses assuntos que fosse tão bom de ler. Mas talvez uma das maiores surpresas seja entender que o português não é uma língua difícil, e que não faz sentido dizer isso. (Renato M. Basso)Muitos brasileiros lamentavelmente olham com certo desconforto para a “gramática” ensinada nas escolas. A sensação é a de que os conteúdos de uma boa gramática de referência não lhes pertencem. Mas a criança ao entrar para a escola, já adquiriu as “regras” da língua que naturalmente usam em casa. Não haveria, então, justificativa para tanto desconforto em relação à “gramática” nas instituições de ensino. Este livro supre uma importante lacuna do mercado editorial: possibilita aos leitores uma compreensão das regras da “norma-padrão” — descritas nas gramáticas —, levando em conta o que os brasileiros já sabem sobre a gramática de sua língua. Tópicos como concordância (verbal e nominal), regência (verbal e nominal), emprego do acento grave indicador de crase, colocação pronominal, emprego da vírgula, dentre outros são explicados por comparação com o português que se aprende de casa, o que facilita o acesso do leitor às regras comumente descritas nas gramáticas tradicionais"
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