Literatura brasileira: os clássicos que todo leitor deveria conhecer
A literatura brasileira produziu obras extraordinárias que dialogam com o melhor da literatura mundial. Um guia pelos clássicos essenciais, do Romantismo ao Modernismo.
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O globalismo não se confunde com a globalização; trata-se, antes, de uma ideologia devastadora, o projeto mais ambicioso de engenharia social e controle total que já se viu. Institucionalizada em organizações que, por definição, não possuem pátria, território ou povo, essa ideologia busca instaurar um regime político antidemocrático de alcance mundial. A soberania das nações, para o globalismo, deverá ser redistribuída entre organismos supranacionais, como o Fórum Econômico Mundial ou a ONU, com sua Agenda 2030, livres dos interesses particulares dos povos, com a missão de coordenar as transformações que julgarem necessárias para nossa “sobrevivência”. O globalismo também propõe novas formas de legitimidade, alicerçadas na tecnocracia e na suposta filantropia de instituições como a Fundação Gates, a Open Society de Soros e a Fundação Rockefeller. Nesta obra, Agustín Laje desvenda a origem e a formação do contrato social de nossos estados nacionais, erguido sobre bases democráticas, e mostra como o globalismo procura deturpar essas estruturas, levando-nos a um beco sem saída. Nesse cenário, tudo é entregue a uma governança global não representativa — a expressão máxima de uma oligarquia de privilegiados que ninguém elegeu, que não prestam contas a ninguém, e que pretendem definir o destino do planeta. O autor então convoca todos os atores sociais, políticos, religiosos e intelectuais a se erguerem contra essa ameaça.
Agustín Laje (Argentina, 1989) é licenciado em Ciência Política pela Universidade Católica de Córdoba, mestre e doutor em Filosofia pela Universidade de Navarra. Como escritor, participou como autor e co-autor de vários livros, entre os quais O livro negro da nova esquerda (Danúbio, 2018), e publicou artigos em mídias locais, nacionais e internacionais. Atualmente é colunista de La Gaceta de la Iberosfera, El American, PanAm Post, Alt Media e do jornal digital espanhol El Liberal. Seus ensaios sobre filosofia política foram premiados por cinco anos consecutivos no México pela Caminos de la Libertad. Proferiu palestras em diversos países, como Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Paraguai, Equador, Bolívia, México, El Salvador, Colômbia, Porto Rico, Costa Rica, Guatemala, República Dominicana, Estados Unidos e Espanha. É fundador e presidente do think tank conservador Fundación Libre.
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