Como recomendar livros para amigos sem arruinar a amizade
Todo leitor apaixonado já passou pela frustração: indicou um livro que mudou sua vida e a pessoa achou chato. Aprenda a recomendar de forma que realmente funciona, e preserve a amizade.
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A premiada HQ que narra de modo sensível a transição de gênero de Maia Kobabe sinopse: Gênero queer abriu cabeças pelo mundo e se tornou símbolo da liberdade de expressão nos EUA: em 2021 e 2022, foi o título mais ameaçado por movimentos de banimento de livros em bibliotecas. Indicado para todos os leitores, o livro é reconhecido como um valioso e didático guia para famílias, educadores e interessados em geral compreenderem um dos debates mais desafiadores de nosso tempo. Publicado nos Estados Unidos em 2019, Gênero queer se filia à linhagem das grandes graphic novels de nossa época, como Maus, de Art Spiegelman, Persépolis, de Marjane Satrapi, e Fun Home, de Alison Bechdel. sobre autore Maia Kobabe fez pós-graduação em quadrinhos no California College of The Arts O que saiu na imprensa “Sincera e delicada, é uma aula sobre a diversidade LGBTQIA+ preparada com a coragem de quem não foge de nenhum assunto.” Isabelle Moreira Lima, revista Gama “Maia diz que os quadrinhos são a arte ideal para pessoas queer, pois no desenho cabem tanto o imaginário de desejar ter outro corpo como o sofrimento dentro do que se nasceu.” Silvana Jeha, revista Quatro Cinco Um “Talvez uma das grandes lições desse livro é que a identidade pode ser uma coisa cruel – para todos nós. Sabendo ou não o que significa ser do gênero queer, sabemos o que significa se sentir fora do lugar.” Danielle McManus, San Francisco Book Review
Maia Kobabe (1989) fez pós-graduação em quadrinhos pelo Califronia College of The Arts. Publicado nos Estados Unidos, em 2019, Gênero Queer tem edições em francês, espanhol, italiano, alemão, japonês, coreano, checo e holandês. Ex-bibliotecárie e professorie de quadrinhos para adolescentes, Maia se preocupa com a restrição de acesso de jovens como elu a livros fundamentais para compreenderem a si mesmes. “Não raro”, escreve Maia, “os jovens queer não têm opção senão procurar fora de casa e do sistema educacional as informações sobre quem são. Banir ou restringir livros queer em bibliotecas e escolas é como privar jovens queer de coletes salva-vidas, jovens que talvez ainda nem saibam quais palavras devem digitar no Google para descobrir mais sobre o seu próprio corpo, sua identidade e sua saúde.”
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