Como criar uma rotina de leitura noturna que substitui o celular
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Nova carta às livrariasBoa tarde, tudo bem?!Sou Guilherme Luz, autor e editor do livro "Gaytástrofes", e estou estreando nas duas atividades.Estou procurando livrarias que tenham a ver com as temáticas do livro, que giram em torno da vida gay carioca, com um grupo de quatro amigos moradores da Lapa, tais como: Sexualidade gay, drogas, vícios, complicações psicológicas, tráfico de drogas sintéticas, aplicativos de sexo instantâneo, cenário político brasileiro entre 2016/2018, músicas, blocos de carnaval, problemas com redes sociais, padrões de corpo, vasto vocabulário do referido nicho, homofobia e muitas coisas mais que nós passamos. Tudo retratado com a maior realidade possível para uma obra de ficção e com muitas cenas inspiradas em fatos reais.Uma história acelerada, "que prende a leitura, que agonia, desespera, irrita, faz rir e faz chorar (conforme comentários dos leitores nas redes sociais e em mensagens particulares)
Nascido na Tijuca, criado em Piedade e vivendo atualmente na Lapa, o Rio de Janeiro sempre foi a minha casa. Estudei no Colégio Militar, fiz faculdade de Turismo, pós em Marketing e trabalho há dez anos como servidor público federal. No entanto, a escrita, que me arrisco desde muito pequeno, sempre foi minha faca de dois gumes. Ao mesmo tempo em que a amo e faço dela minha melhor companheira nos tão rotineiros momentos de dúvida, a detesto, pois é impossível controlar a principal ferramenta para se expressar através das letras: a língua. E eu gosto de controlar as coisas. Hoje curso Letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro e faço pós-graduação em Produção editorial. Com o passar dos 33 anos, percebi finalmente que livros foram/são a salvação de uma nação. E amando o Brasil como amo, resolvi guerrear nessa missão árdua de fazer cultura tupiniquim. Posto textos semanais no meu perfil no Instagram, Facebook e Medium. @genteprecisofalar. Fiquem livres para seguir, discutir e compartilhar temas ou experiências. Mas aviso: a cada segundo que passa, menos paciência tenho com as redes sociais, então peço que tenham paciência comigo, rs. É muito provável que eu demore para responder. Escrever e ensinar tal ato é, atualmente, minha maior missão. Para isso, mais que tentar compreender o que as gramáticas doutrinam, estou tentando me aprofundar em um tentáculo dissimulado, muitas vezes disfarçado de comédia, que é o preconceito linguístico. Sou iniciado no candomblé, amo carnaval e boate gay. Tudo que escrevo é consequência do que vivo ou vejo viverem. Mas acho que isso deve acontecer com qualquer artista. Não sou de esquerda e nem de direita, mas também não fico em cima do muro. E odeio patrulhamentos de ambos os lados. Falo isso exaustivamente nos meus textos. Não sou “bicha padrão” e nem “bicha desconstruída”. Sou bicha. E isso basta para as outras bichas, de qualquer espectro, ou outros seres com as incontáveis formas de sexualidades possíveis, me respeitarem como tal, da mesma forma que tento fazer com os que me rodeiam. Erro muito. Erro sintaxe, regência, mas também erro em opiniões, debates e concepções. Fiquem à vontade para debater comigo nas redes sociais sobre suas opiniões a favor ou contra o que eu digo, estamos aí pra isso mesmo. Essa biografia significa que estou lançando meu primeiro livro, o que pra mim é mais que um sonho realizado, é – pelo menos por enquanto – um propósito de vida, que demorou três décadas, muita análise e muitas decepções, para ser encontrado no final do arco-íris.
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