Literatura brasileira: os clássicos que todo leitor deveria conhecer
A literatura brasileira produziu obras extraordinárias que dialogam com o melhor da literatura mundial. Um guia pelos clássicos essenciais, do Romantismo ao Modernismo.
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O grande clássico da literatura revive em uma edição monstruosa! A obra-prima de Mary Shelley volta a caminhar entre nós. Frankenstein , um verdadeiro ícone do terror e influência fundamental para o surgimento da ficção científica, ganhou cores e rostos ao longo dos mais de duzentos anos desde a sua primeira publicação, mas agora o Prometeu Moderno revive de maneira arrebatadora. Aclamada e reverenciada no mundo inteiro, a edição especial de Frankenstein , ilustrada pelo gigante Bernie Wrightson, coleciona elogios desde o seu lançamento original, em 1983. Quatro décadas depois, essa magnífica combinação de arte e literatura ainda é considerada uma das maiores conquistas feitas por qualquer artista no campo. Uma edição monstro no texto, na arte e no tamanho. Ele está mais vivo que nunca e chega aos fãs através do choque elétrico entre a DarkSide® Books e a Macabra Filmes. A história da criadora você já conhece: em 1816, Mary Shelley e seu marido passaram uma temporada na Suíça. Hospedaram-se na villa Diodati, uma luxuosa casa às margens do lago Genebra junto com o poeta inglês Lord Byron. Após discutirem sobre teorias a respeito do sobrenatural veio a ideia de uma competição entre eles para ver quem escreveria a melhor história de terror. Mary começou a escrever com apenas 19 anos o livro que chamou de Frankenstein ou o Prometeu Moderno , lançado anonimamente em 1818. Publicado pela primeira vez pela DarkSide® Books em 2017, o texto de Shelley volta agora em nova edição. A Frankenstein: Monster Edition é uma versão do romance original acompanhada das ilustrações arrebatadoras do mestre e com uma introdução de Stephen King. Com beleza singular e uma habilidade brilhante, a criatura de Mary Shelley revive sua glória em uma edição de capa dura e formato gigante especial, dedicada a mostrar o trabalho visual primoroso de um artista que interpretou as linhas de Mary Shelley com dedicação, talento e sensibilidade. Bernie Wrightson, já conhecido dos darksiders também pelo trabalho em Creepshow , está em casa. E muito bem acompanhado. A Colheita Macabra na DarkSide Books A Macabra Filmes e a DarkSide® Books selaram um pacto eterno e inauguraram, no início de 2020, o selo Macabra para apresentar livros e quadrinhos transgressores ao público brasileiro. Casa de obras como a aclamada coleção Livros de Sangue , de Clive Barker, e Família Addams , de Charles Addams, a Macabra apresenta ao público Frankenstein: Monster Edition , um dos maiores clássicos da literatura, com o trabalho magistral de Bernie Wrightson. A fazenda está pronta para uma nova temporada com seus leitores macabros. MACABRA FILMES é a fazenda do terror. Compartilhamos o horror e a beleza, a vida e a morte. Brindamos com sangue as alegrias de existir. Cultivamos o primeiro suspiro, o abrir de olhos, o frio na espinha, o grito na montanha-russa, o crepúsculo e a eterna escuridão. Para nós, o medo é natural — e a vida, um presente sobrenatural. É puro terror. 100% macabra. Saiba mais em macabra.tv.
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Esta edição tem 288 páginas. Escolha uma meta diária possível e ajuste o plano conforme a leitura avançar.
Ritmo tranquilo
29 dias
10 páginas por dia
Ritmo constante
15 dias
20 páginas por dia
Ritmo intenso
10 dias
30 páginas por dia
Mary Shelley (1797-1851) nasceu em Somers Town, em Londres, no dia 30 de agosto de 1797. Tinha apenas 19 anos quando começou a escrever Frankenstein, marco do terror e da ficção científica. Empoderada desde o berço, Shelley era filha de ninguém menos que Mary Wollstonecraft, autora do primeiro tratado feminista da história — A Reivindicação dos Direitos da Mulher (1792) —, e do filósofo William Godwin. Mary Shelley estudou filosofia e ciências, além de ser defensora do amor livre — 150 anos antes de Woodstock. Além de Frankenstein, escreveu romances como Mathilda (1820), O Último Homem (1826) e Lodore (1835), e editou parte da obra do marido, o poeta Percy Shelley.
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