Como criar um clube de leitura na escola (e por que isso muda tudo)
Clubes de leitura escolares aumentam o engajamento, reduzem o abandono da leitura e criam laços entre alunos. Um guia prático para professores que querem montar o seu.
Edição Original de 1818
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“É inegável o impacto de Frankenstein para a ficção científica e para a fantasia.” — Ann Leckie, autora de Justiça ancilar O clássico gótico que inaugurou a ficção científica Frankenstein é uma obra que dispensa apresentações. Escrito quando Mary Shelley tinha apenas 18 anos, o livro conjuga pela primeira vez uma narrativa de ficção com a ideia de ciência e prenuncia várias perguntas sem respostas fáceis, justificando por que sua criatura emblemática se espraia pelo imaginário popular há mais de dois séculos. Quando Victor Frankenstein decide arrematar meses de pesquisa recorrendo aos primórdios da ciência e da medicina modernas, o propósito é um só: conquistar a fama dando vida ao inanimado. Aspiração e progresso, no entanto, não são páreo para a força sobre-humana do ser criado — e menos ainda para a ambição arrogante do cientista brincando de Deus. Frankenstein começa uma dança perturbadora e violenta com sua criação, levando o leitor a indagar quem é o monstro, de fato. De Tim Burton e Junji Ito a Pobres criaturas , Blade Runner e The Rocky Horror Picture Show , não faltam motivos para o homem-máquina de Shelley ter inspirado centenas de novos clássicos da atualidade. Com material histórico e posfácio exclusivo, esta edição de Frankenstein celebra uma obra atemporal que, duzentos anos depois de seu lançamento, segue fascinando pela relevância dos dilemas éticos e pelos questionamentos inerentes às relações humanas.
Mary Godwin (Shelley) nasceu em Londres, em 1797, filha de William Godwin e Mary Wollstonecraft, ambos escritores. Dez dias após seu nascimento, a mãe de Mary faleceu. Criada pelo pai, ela foi exposta desde cedo a estímulos intelectuais variados. Mary conheceu Percy Shelley em 1814, e eles se casaram em 1816, após a primeira mulher de Percy ter cometido suicídio. Os dois moraram na Itália até 1822, quando Percy Shelley morreu afogado. Mary voltou para a Inglaterra com o filho e viveu como escritora profissional até falecer, em 1851.
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