Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Sozinhos, autônomos, homens e mulheres vivem de si e para si mesmos. O individualismo iniciado no dia do pecado já tomou muitas formas ao longo dos séculos. Tomou mil caras, usou mil palavras, mas continua o mesmo. O pensamento moderno elevou tal individualismo a um ponto central. O homem é referência para si mesmo, dizem. Expressões como autossuficiência, autoestima, encontro de si mesmo, estar de bem com a vida, e outras tomaram conta das psicologias e da linguagem. De fato, assumiram importância vital. Entretanto, são substituições idólatras para o amor verdadeiro. O amor que se autentica na fé em Deus e na imagem de Cristo. Amor de autonegação, de preferência em honra uns aos outros. Esse amor foi trocado pelo amor por si mesmo.
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