Os melhores livros de ficção para quem quer começar a ler
Se você quer entrar no mundo da ficção mas não sabe por onde começar, esta lista é para você. Selecionamos livros envolventes, acessíveis e impossíveis de largar.
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Conectando mundos, a autora Seungyoun Lee chega ao Brasil com “Floresta do mofo dourado”. Em um dia chuvoso, o pequeno Dourado, enquanto aguarda sua mãe na saída da escola, avista uma pequena existência que brotou no cantinho de um degrau. A partir disso, ele é arremessado em uma paisagem repleta de sons, sussurros e vozes que o convidam a entrar em uma floresta de imaginação e de vidas microscópicas, que o conectam a um mundo de simbiose poética repleto de transformações. É onde os cogumelos e musgos habitam. “Floresta do mofo dourado”, de Seungyoun Lee, é um livro ilustrado que convida os leitores a entrar em um mundo de conexão com a ecologia da infância, um lugar onde os sentidos estão atentos às descobertas, explorando e descobrindo a sensibilidade da arte nos lugares possíveis e impossíveis da vida.
Seungyoun Lee estudou Design na Coreia e Narrative Environment (Ambiente Narrativo) no Reino Unido. Influenciada por seu pai, que estudou Física, passou a se interessar por questões fundamentais da física e busca respostas para elas através da linguagem artística. Gosta de histórias que mostram os extremos da imaginação, como a história antiga e os mitos, e realiza trabalhos que reinterpretam questões como civilização, religião, guerra e etnia — observadas em viagens por diversos países — sob o olhar de uma coreana. Com o "antigo" como matéria-prima, fala sobre o futuro. Seus trabalhos partem do desenho e se expandem para diversos meios como ferro, madeira, tecido e vídeo, com destaque para suas distintas séries de “desenhos em ferro”. Entre 2012 e 2017, atuou como dupla artística com o britânico Alexander Augustus, sob o nome The Bite Back Movement. O interesse por mitologia e religião cultivado naquele período continua presente até hoje. Recentemente, vem desenvolvendo trabalhos que misturam retratos contemporâneos da humanidade com a estética do “Chaekgado” (pintura tradicional coreana de estantes e objetos). Já apresentou suas obras em espaços como: Centro Asiático da Arte Contemporânea em Gwangju (Coreia) Culture Station Seoul 284, Bienal Internacional de Arte de Instalação de Ulsan, Centro Cultural Sejong, Fundação Cultural Surim (Coreia), Somerset House (Reino Unido), King's Place (Londres), ZKU (Berlim), Reduta (Bra?ov, Romênia).
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