Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Xangai está sitiada nesta cativante e impiedosa sequência romântica de Prazeres Violentos. O ano é 1927, e Xangai está à beira de uma revolução. Depois de sacrificar seu relacionamento com Roma para protegê-lo da guerra de sangue, Juliette se tornou uma garota com uma missão. Um passo em falso, e seu primo tomará o lugar dela como herdeiro da Sociedade Escarlate. A única forma de salvar o garoto que ama da ira dos Escarlates é fazer com que ele a queira morta por assassinar seu melhor amigo a sangue frio. Se Juliette ao menos fosse culpada pelo crime que Roma acredita que ela cometeu, talvez sua rejeição doesse menos. Roma ainda está abalado pela morte de Marshall, e seu primo Benedikt mal fala com ele. Sabendo que a culpa é sua por ter deixado a implacável Juliette voltar para sua vida, ele está determinado a consertar as coisas — mesmo que isso signifique matar a garota que odeia e ama na mesma medida. Mas um novo perigo monstruoso emerge na cidade e, embora os segredos os mantenham separados, Juliette precisa da cooperação de Roma se quiserem acabar com a ameaça de uma vez por todas. Xangai está fervendo em meio ao caos: os Nacionalistas já estão em marcha, rumores de uma guerra civil aumentam a cada dia e o domínio gângster corre riscos de total aniquilação. Roma e Juliette precisam deixar de lado as diferenças para combater monstros e políticos, mas não estão preparados para a maior ameaça de todas: proteger seus corações um do outro.
CHLOE GONG é autora best-seller número 1 do New York Times. Ela se graduou recentemente em Inglês e em Relações Internacionais, pela Universidade da Pensilvânia. Nascida em Xangai e criada em Auckland, Nova Zelândia, Chloe agora mora em Nova York, e finge ser uma adulta de verdade. Depois de devorar toda a seção de livros jovens adultos da biblioteca local, ela começou a escrever os próprios romances aos 13 anos de idade, para se manter entretida. E tem estado muito entretida desde então. Chloe é conhecida por aparecer misteriosamente quando alguém diz: “Romeu e Julieta é uma das melhores peças de Shakespeare, e não merece ser difamada na cultura pop”, três vezes na frente de um espelho.
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