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Filosofia

Filosofia Ciborgue

Pensar Contra os Dualismos

1ª Edição - 2019376 páginasPerspectivapt
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Sinopse

Ciborgue aparece e se manifesta na cultura contemporânea de variadas formas: no cinema, em RoboCop ou O Exterminador do Futuro, ou nos mangás. Ciborgue se encarna em atletas envolvidos e expostos a doping, nas próteses médicas e nas fantasias da ´humanidade ampliada, estendida´ e até imortal. Mas Ciborgue é também, e acima de tudo, uma entidade filosófica. Esse híbrido de organismo e máquina de fato perturba dicotomias fundamentais de nosso pensamento: natureza/artifício, humano/não humano, idealismo/materialismo, masculino/feminino etc. A partir de uma leitura pessoal das obras de Georges Canguilhem e de Donna Haraway, Thierry Hoquet explora o enigma dessa figura: será Ciborgue um instrumento capaz de nos conduzir a uma humanidade livre de dualismos, pomba platônica sonhando com um céu sem vento, onde conseguiria voar mais livremente? Ou será que, pelo contrário, marca a nossa servidão a um sistema técnico de controle e de opressão, encarnação de uma humanidade perdida no estalido mecânico do aço? Pensar Ciborgue filosoficamente significa meditar a respeito das relações entre a máquina e o organismo e sobre a possibilidade de combiná-los. Trata-se também de pensar a diferença de sexos ligada à natureza e à técnica e, talvez, abrir caminho a um outro modo de articular o masculino e o feminino. Entenda-se: Ciborgue chega para perturbar a filosofia, pelo modo como descreve nossa condição e as contradições insolúveis a ela associada. A partir de uma leitura pessoal das obras de Georges Canguilhem e de Donna Haraway, Thierry Hoquet explora o enigma dessa figura: será Ciborgue um instrumento capaz de nos conduzir a uma humanidade livre de dualismos, pomba platônica sonhando com um céu sem vento, onde conseguiria voar mais livremente? Ou será que, pelo contrário, marca a nossa servidão a um sistema técnico de controle e de opressão, encarnação de uma humanidade perdida no estalido mecânico do aço? Pensar Ciborgue filosoficamente significa meditar a respeito das relações entre a máquina e o organismo e sobre a possibilidade de combiná-los. Trata-se também de pensar a diferença de sexos ligada à natureza e à técnica e, talvez, abrir caminho a um outro modo de articular o masculino e o feminino. Entenda-se: Ciborgue chega para perturbar a filosofia, pelo modo como descreve nossa condição e as contradições insolúveis a ela associada.

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Sobre Thierry

filósofo das ciências, professor da Universidade Paris Nanterre, é autor, entre outros, de Des sexes innombrables: Le Genre à l’épreuve de la biologie (2016), Sexus nullus, ou l’égalité (2015), La Virilité: A quoi rêvent les hommes? (2009) e Buffon/Linné: Eternels rivaux de la biologie? (2007).

Detalhes do livro

Título
Filosofia Ciborgue
Autor
Thierry Hoquet
Editora
Perspectiva
Ano
2019
Páginas
376 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9788527311533
Edição
1ª Edição - 2019
Formato
Brochura

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