Por que reler um livro é sempre uma experiência diferente
Reler um livro que você amou parece perda de tempo quando há tanto ainda para ler. Mas a releitura revela camadas que a primeira passagem não alcança, e diz algo sobre quem você se tornou.
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Exteriores propõe uma reflexão sobre o tempo, a memória e a solidão urbana. Uma crônica visual da diversidade humana, o livro registra expressões passageiras e instantes únicos capturados em ruas e interiores de diferentes lugares ao redor do mundo pelo fotógrafo Bob Wolfenson. Esse novo fruto da longa parceria com a Cosac (que já rendeu os livros Antifachada-Encadernação dourada, Apreensões, Moda no Brasil por brasileiros e Belvedere, lançados pela então Cosac Naify) reúne 75 fotos e um texto de apresentação de autoria de Bob, além de uma entrevista ao editor Charles Cosac, na qual o processo artístico do fotógrafo é abordado.
Bob Wolfenson nasceu em São Paulo, em 1954, e começou a trabalhar com fotografia aos dezesseis anos. Ao longo de seus 55 anos de carreira, se tornou um dos fotógrafos de retratos e de moda mais conhecidos do Brasil. Realizou diversas exposições, com destaque para Sub/Emerso (2023), Desnorte (2022), Retratos (2018), Nósoutros (2017), Cinépolis (2016) e Apreensões (2010). Suas obras integram acervos de importantes instituições culturais do Brasil e do exterior, como o Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (mac), Museu da Fotografia da Cidade de Curitiba, Galeria Nacional de Arte Zacheta (Varsóvia), Museu da Fotografia de Fortaleza, Museu de Arte de São Paulo (masp) e Itaú Cultural, além de diversas coleções particulares. Publicou os livros Antifachada-Encadernação dourada, Apreensões, Belvedere, Desnorte, Livro Falado e África em São Paulo, entre outros.
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