Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
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Os ciclos são uma espécie de atos teatrais que dão movimento, ritmo e criam padrões em todos os processos da vida do planeta e também em nossas vidas. Cada pessoa, assim como as borboletas, vive seus estágios, que envolvem desenvolvimento (evolução ou estagnação) e entropia. Por uma via poética, a autora Adriana Ândrade faz ao leitor um convite: “Conhecer-se e cuidar-se”. As borboletas são um exemplo matemático da representação de estágios de um ciclo de vida. O leitor encontra em eu.borboleta, uma jornada para se reconectar com sua essência e promover o autoconhecimento, a parir de práticas terapêuticas tradicionais e ressignificadas.
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