Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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“Eu Sou um Monstro” surge como um reflexo da alma artística, influenciada pela vida misteriosa de Francis Bacon e pela experiência pessoal de Haten. A obra se desvela em uma trama que se aproxima da autobiografia, entrelaçando as existências de seus personagens com a do próprio autor, em um diálogo que explora a essência da criação, da monstruosidade e da beleza presentes no processo criativo.
Hoje mais do que tudo me sinto um artista performer. Na música eu me vejo um ator que canta. No teatro às vezes me vejo ainda tentando esconder o estilista. Na moda sinto muitas vezes que estou atuando. O que o teatro trouxe para o meu trabalho na moda foi a verdade. A verdade de ser quem sou, com sou. Assumir o artista com todas as suas dúvidas e questões. Quero continuar duvidando, não me levando muito a sério. Quero seguir fazendo arte e tentando fazer o mundo mais belo. Intersectando todos os universos, criando conexões entre pessoas talentosas e sempre sabendo que estou apenas no meio do caminho. — Fause Haten
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