Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
A Arte da Guerra Contra o Senso Comum
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Falta de discernimento; Ação, dito ou procedimento que revela ausência de inteligência; Asneira; Expressão ou atitude que indica indelicadeza e incivilidade; Grosseria. Estas são apenas algumas das definições para o substantivo “estupidez" nos dicionários. Tiago Pavinatto, advogado, professor e doutor em Direito, vai além: a estupidez, por se sustentar na mentira, é um fenômeno que odeia a verdade. Em "Estética da Estupidez - A Arte da Guerra Contra o Senso Comum", Pavinatto expõe o estúpido como um sujeito dual. Ele pode utilizar a estupidez para manipular seus pares ou se aproveitar dela para seguir confortável na posição de acomodado, sem curiosidade, revoltado, preconceituoso e violento. A “Estética” que o leitor tem em mãos foi realizada em plena pandemia, ainda em andamento, em condições muito agravadas, nas quais a padecemos neste país, em que a máxima estupidez detém o poder de subjugara ela a maioria, composta por enormes minorias, poder estatal aliado ao monopólio econômico, isto que aqui chegou, a bordo de caravelas, trazidas pelos ventos da modernidade então nascente. “O livro é muito interessante e serve para refletir o momento curioso em que nos encontramos. Pavinatto mistura bom humor, ironia ácida, referências eruditas e lança catapultas sobre a Jerusalém de Brasília e seus Messias.” LEANDRO KARNAL "Com uma cultura erudita irritante (inveja minha!) em filosofia, história, ciência, teologia, música, escambau etc,altamente 'compensada' por um delicioso humor refinado,o Professor Doutor Tiago Pavinatto (um dos detratores do governo Bolsonaro!) traça um divertido tratado do FEAP - Festival de Estupidez que Assola o País.” LUÍS ERLANGER
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