Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Assegurar suporte à vida à população idosa é um desafio pessoal, social, político e de humanidade, que confronta a sociedade como um todo. É um desafio pessoal, porque o indivíduo que alcança um tempo de vida avançada irá enfrentar forçosamente perdas corporais e cognitivas, que o conduzem a depender de outras pessoas para sua sobrevivência. É um desafio social, porque é concernente à comunidade, à sociedade humana, ao relacionamento entre os indivíduos. É um desafio político, porque diz respeito aos negócios do Estado e do Governo. É um desafio de humanidade, porque diz respeito aos sentimentos de bondade, de altruísmo em relação aos semelhantes, e de compaixão, piedade, em relação aos indivíduos fragilizados e desfavorecidos. *** Após ter a oportunidade de aprofundar estudos - analisando a literatura de diversos países relacionada à Gerontologia e ao tema do envelhecimento –, e avaliar o modelo de suporte à vida no envelhecimento praticado no Brasil, foi possível publicar diversos livros: em 2001, Gerontologia Aplicada; 2022, Cuidar do Envelhecimento; 2023, Instituições Geriátricas. A estas publicações, direcionadas ao público em geral, acrescentamos a publicação desta brochura, sob o título Envelhecimento, um desafio pessoal, social e político. Tomei esta iniciativa com base na crença inabalável, de que é indispensável que o conhecimento científico e técnico deva ser disponibilizado a todas as pessoas, e que não permaneça restrito a âmbitos especializados. O acesso ao conhecimento é fundamental, para que a sociedade possa superar a ignorância e a pobreza, que afeta grande parte da população brasileira, e que ainda aceita manter pessoas idosas em condições precárias de sobrevivência. *** Nelson Frederico Seiffert é natural de Joinville, graduado em Engenharia Agronômica pela UFPEL, mestrado em Fitotecnia e doutorado em Engenharia de Produção pela UFSC, com estudos na Alemanha, e especialista em Gestão Ambiental. Atuou 25 anos como pesquisador da Embrapa, e publicou mais de 80 trabalhos técnicos e científicos, sendo 53 como autor principal, em periódicos nacionais e internacionais, além do livro Política Ambiental Local (Editora Insular, 2008). Dedicando-se à Gerontologia e participante do Núcleo de Estudos da Terceira Idade da UFSC (2014/2017), tornou-se um estudioso da natureza e do papel das instituições geriátricas, e publicou os livros Gerontologia Aplicada – Intervenções para um envelhecimento exitoso (2021), Cuidar do Envelhecimento – Fundamentos da Gerontologia (2022), e Instituições Geriátricas: Acolhimento e abrigo de pessoas idosas fragilizadas. Avaliação e aperfeiçoamento do modelo operacional sob o foco da gerontologia (2023), todos pela Editora Insular.
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Ritmo tranquilo
22 dias
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11 dias
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Ritmo intenso
8 dias
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