Como presentear livros sem errar: um guia para acertar sempre
Dar um livro de presente é um ato de intimidade, você está dizendo "eu conheço você". Mas errar é fácil. Veja como acertar na escolha e surpreender quem você ama.
Historiografias e PráTicas de ResistêNcias MúLtiplas
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Ao elaborar esta coletânea, nosso objetivo foi congregar trabalhos que articulassem pesquisas historiográficas e o ensino de história, a partir de percepções múltiplas de resistência. A resistência pode ser pensada como objeto da História, mas também no seu ensino, seja confrontando discursos estabelecidos ou iluminando processos históricos de fustigação dos poderes constituídos em diferentes temporalidades. Neste sentido, destaca-se a reflexão historiográfica de diferentes grupos sociais, especificamente negros e indígenas, que ainda hoje são colocados pela sociedade e pelas políticas públicas em segundo plano. Em tempos de discursos negacionistas e reducionistas, faz-se necessário refletir os mundos nas suas relações sociais como um exercício que prima por considerar os métodos da História, as leituras e releituras acumuladas pela historiografia, combatendo as simplificações que minimizam os movimentos de resistências. Embora saiba-se que a escrita da História é sempre a partir do presente e sua reescrita é inerente à construção do saber histórico, é essencial a construção de novas reflexões e questionamentos, assim como novas elaborações sobre os povos que, de forma inédita, se encontraram e estabeleceram as formas de ser, de viver e de trabalhar a partir do século XV, e que se apresentam como protagonistas ainda nos dias atuais.
Ao elaborar esta coletânea, nosso objetivo foi congregar trabalhos que articulassem pesquisas historiográficas e o ensino de história, a partir de percepções múltiplas de resistência. A resistência pode ser pensada como objeto da História, mas também no seu ensino, seja confrontando discursos estabelecidos ou iluminando processos históricos de fustigação dos poderes constituídos em diferentes temporalidades. Neste sentido, destaca-se a reflexão historiográfica de diferentes grupos sociais, especificamente negros e indígenas, que ainda hoje são colocados pela sociedade e pelas políticas públicas em segundo plano. Em tempos de discursos negacionistas e reducionistas, faz-se necessário refletir os mundos nas suas relações sociais como um exercício que prima por considerar os métodos da História, as leituras e releituras acumuladas pela historiografia, combatendo as simplificações que minimizam os movimentos de resistências. Embora saiba-se que a escrita da História é sempre a partir do presente e sua reescrita é inerente à construção do saber histórico, é essencial a construção de novas reflexões e questionamentos, assim como novas elaborações sobre os povos que, de forma inédita, se encontraram e estabeleceram as formas de ser, de viver e de trabalhar a partir do século XV, e que se apresentam como protagonistas ainda nos dias atuais.
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Dar um livro de presente é um ato de intimidade, você está dizendo "eu conheço você". Mas errar é fácil. Veja como acertar na escolha e surpreender quem você ama.
Uma estante virtual organiza tudo que você leu, está lendo e quer ler. Veja como montar a sua e quais os benefícios de ter um registro digital das suas leituras.
O aluno que lê por obrigação raramente vira leitor. Mas há formas de apresentar a leitura escolar que mudam essa equação. Veja o que a pesquisa diz e como professores estão fazendo diferente.
Para escolas, universidades, autores e editoras