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Em Busca do Tempo Perdido - Vol. 1181

1ª Edição - 2015400 páginasL&Pmpt
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Sinopse

man.gá ou ??, em japonês (man, involuntário + gá, imagem), é um gênero de história em quadrinhos herdeiro das gravuras japonesas clássicas e das HQs ocidentais. Esta coleção traz para o leitor brasileiro os textos de grandes clássicos da literatura universal adaptados para a linguagem ágil e dinâmica dos mangás.Uma xícara de chá preto e uma madeleine. É com este pequeno agrado que o protagonista é recebido por sua idosa mãe. O aroma e o sabor desta combinação imediatamente o remetem à infância, e ele inicia uma longa reminiscência de seu passado. A grandiosa obra de Proust (1871-1922), um dos maiores clássicos da literatura universal, publicado em sete volumes entre 1913 e 1927, é uma verdadeira contemplação sobre a memória, sobre a escrita e sobre como tudo o que vivemos acaba por influenciar o que nos tornamos.

Sobre Marcel

"Marcel Proust Nasceu no bairro de Auteil, em Paris, a 10 de julho de 1871, em meio aos bombardeios da guerra franco-prussiana. Seu pai, Louis Proust, era um grande cirurgião e professor de medicina agraciado com a Legião da Honra, e sua mãe, Jane Weil, era de uma cultivada família burguesa judia parisiense. Criança de saúde frágil, Marcel estudou primeiramente no Liceu Condorcet, freqüentado por filhos de famílias ricas. Aos nove anos, manifestou a doença que o perturbaria até a morte: a asma. Fez um ano de serviço militar, chegou a se matricular na Escola de Direito e na Escola de Ciências Políticas, mas acabou por se licenciar em Letras na Sorbonne. Em 1895, trabalhou como voluntário na Biblioteca Mazzarine (a mais antiga biblioteca pública da França). No início da década de 1890, flertou com o jornalismo, fundando a revista Le Banquet e publicando alguns textos em outros periódicos, como La revue blanche. Os primeiros textos de Proust – pequenos relatos e poemas em prosa – foram reunidos com prefácio de Anatole France sob o título de Les plaisirs et le jours (O prazer e os dias), em 1896, e valeram-lhe a reputação de mundano. Em 1895, Proust iniciou, sem no entanto terminar, um vasto romance autobiográfico, Jean Santeuil (publicado postumamente, em 1952), considerado um esboço daquela que seria sua grande obra, À la recherche du temps perdu (Em busca do tempo perdido). A morte do seu pai, em 1903, fez tornar-se mais assídua a presença de Proust nos círculos da sociedade parisiense; já a da sua mãe, em 1905, fê-lo afastar-se das atividades sociais. Ambas perdas foram cruciais na vida do escritor. Após uma temporada em uma casa de saúde, devido sobretudo a crises asmáticas que lhe obrigavam a uma quase total reclusão, Proust instalou-se no apartamento dos pais, no Boulevard Haussmann, onde mandou preparar o seu famoso quarto com paredes revestidas de cortiça para reduzir a propagação de ruídos. Os esboços do que viria a ser Em busca do tempo perdido se multiplicaram. Em 1908, ele redigiu as páginas que seriam o verdadeiro início do romance, embora ainda hesitasse quanto à forma a ser dada ao projeto. Escreveu, nesse meio-tempo, Contre Sainte-Beuve, em que rebatia a visão crítica do então célebre crítico literário francês Saite-Beuve – calcada na vida dos escritores –, pois para Proust o “eu profundo” do artista nada tem a ver com sua existência mundana. O livro, entretanto, não encontrou editor, e Proust ficou livre para tocar seu projeto romanesco. A partir de 1909, ele projetou o início e o fim do livro: o último capítulo do último volume foi escrito imediatamente após o primeiro capítulo do primeiro volume. Tudo o que há no meio foi escrito depois. Em 1912, ele tentou, novamente, ser publicado. Tinha setecentas páginas datilografadas, intituladas Le temps perdu (O tempo perdido), que representavam, aos seus olhos, metade do ciclo romanesco. Três editoras francesas, entre as quais a reputadíssima Gallimard, cujo editor era então o também escritor André Gide, recusaram o romance, até que Bernard Grasset o aceitou, mas somente às expensas do autor. Proust imaginava um díptico: Temps perdu/ Temps retrouvé (Tempo perdido/ Tempo reencontrado), sob o título geral de Les intermitences du coeur (As intermitências do coração). Mas o livro ainda sofreria mudanças antes de ser publicado. Du côté de Chez Swann (No caminho de Swann) surgiu em novembro de 1913. Nessa época Proust vivia acontecimentos que perturbariam a seqüência do romance e fariam nascer o “ciclo de Albertine” (ou seja, La prisonnière e Albertine disparue, introduzidos por Sodome et Gomorrhe), um bom terço da Recherche, que não estava previsto inicialmente. Trata-se da morte acidental, no verão de 1913, de Alfred Agostinelli, que partilhava do apartamento de Proust na qualidade de motorista e que fizera nascer no escritor um intenso ciúme – sentimento esse que seria explorado em vários pontos de Em busca do tempo perdido, e mais especificamente, na parte intitulada Um amor de Swann. A editora Gallimard, reconhecendo seu erro de avaliação, convenceu Proust a

Detalhes do livro

Título
Em Busca do Tempo Perdido - Vol. 1181
Autor
Marcel Proust
Editora
L&Pm
Ano
2026
Páginas
400 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9788525432308
Edição
1ª Edição - 2015
Formato
Brochura

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