Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Historicamente o Vale do Itajaí (SC) é habitado pelo Povo Indígena Xokleng Laklãnõ. Com o início da colonização europeia (século XIX), o legado histórico-cultural desta etnia, possuidora de lugares, identidades, idiomas, saberes, valores, crenças e religiosidades próprias passou a sofrer processos de invisibilização, negação e exotização. Com o intuito de contestar territórios de preconceito e discriminação gerados por processos históricos de exclusões e desigualdades, a presente obra problematiza e compartilha dados sobre como a história e cultura dos povos indígenas integram os currículos de escolas públicas no Vale do Itajaí, conforme estabelece a Lei n°. 11.645/2008. Objetiva contribuir com gestores, educadores e acadêmicos na elaboração de propostas curriculares, práticas pedagógicas e processos de formação inicial e continuada, que se pautem no respeito, valorização e interação com os povos indígenas, promovendo outras relações e interações para com a diversidade de identidades culturais.
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