Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Toda narrativa reinventa limites de tempo e espaço, atiça desejos de recriar nossas relações com o mundo, e projeta sonhos de reinstituir sentidos, reconfigurar destinos e visualizar direções para as diferentes dimensões da vida. Neste livro, as narrativas usam essas forças para contar sobre práticas de ensino e de pesquisa centradas na cultura visual. A diversidade de lugares de onde falam seus autores – Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Santa Maria (RS), João Pessoa (PB) e Macapá (AP), no caso do Brasil. Barcelona e Pamplona (Espanha), DeKalb e Columbus (Estados Unidos) e Edmonton (Canadá), no caso de outros países, mistura suas vozes dando pregas em mapas para contrair anseios de permanência, reconstrução e transformação das culturas nas instituições. Essas narrativas são um compromisso com uma educação que quer contribuir para resistir processos hegemônicos, positivistas e centralizadores. O leitor encontrará temas, problemas, processos, alternativas e abordagens, que tratam a cultura visual na perspectiva de uma educação que aposta na produção de sentidos, como referência básica para a compreensão e interpretação da arte e da imagem.
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