Como criar um ambiente de leitura em casa que convide (em vez de afastar)
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
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Uma história inspiradora da premiada autora Ana Maria Machado sobre memória, infância e identidade. Bino espera o momento em que os cardumes se aproximarão e será a hora de jogar a rede. O menino vive em uma aldeia de pescadores e desde pequeno aguarda o dia em que poderá ir com eles explorar a imensidão do oceano. De frente para o mar, quer saber o que há do outro lado da linha do horizonte. Bino está crescendo e aos poucos vai descobrindo a África de seus antepassados e as tradições, a beleza e a cultura de seu povo. São tantas as descobertas que chegam em pequenos sinais… Ele mergulha nas histórias da avó Odila e aprende a ler seus caminhos nos ensinamentos de Tião e Mané Faustino, nas estrelas do céu e do mar, na amizade de Dilson, nos jasmins-estrela do jardim, no cheiro de mato de Maria. Inspirada na infância de Ana Maria Machado no litoral do Espírito Santo, esta é uma leitura que fala de sonhos, do encontro de gerações e da busca pela identidade.
ANA MARIA MACHADO nasceu no Rio de Janeiro, em 1941. É escritora e tradutora. Escreveu mais de cem livros para crianças, publicados em dezessete países, e também obras para adultos. Em agosto de 2003, tomou posse na Academia Brasileira de Letras (ABL), onde ocupa a cadeira número I. No ano 2000, Ana Maria recebeu o Prêmio Hans Christian Andersen, considerado o Nobel de literatura infanto-juvenil, e em 2001 ganhou nossa maior distinção literária, o Prêmio Machado de Assis, da ABL. Seu primeiro livro infantil é Bento-que-Bento-é-o-frade, lançado em 1977. No ano seguinte, História meio ao contrário ganhou o Prêmio Jabuti. Bisa Bia, Bisa Bel (Salamandra, 1982) recebeu o prêmio de melhor livro juvenil da Fundação Nacional do Livro Infantil Juvenil (FNLIJ). Histórias à brasileira - A Moura Torta e outras (Companhia das Letrinhas, 2002) mereceu o Prêmio Figueiredo Pimentel de melhor livro reconto da FNLIJ. Para o público adulto, a autora escreveu, entre ouras obras, Alice e Ulisses (Nova Fronteira, 1983) e Para sempre (Record, 2001).
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