Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
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O corpo como tragédia. O corpo como voz. O corpo como relíquia. O corpo como palavra e como pintura. O corpo como consciência paradoxal. O corpo como escultura viva. O corpo como performance. O corpo como presença. O corpo como tarefa. O corpo como dança-teatro. O corpo como ascese. O corpo como Discurso. São muitas as metáforas para os usos, para as compreensões e para as representações corporais. O corpo tem estado presente nas artes e nas ciências. Uma obra que motiva debates, provoca conflitos, inspira artistas. Em Discursos do Corpo na Arte, os diferentes autores discutem sobre os limites e as complexidades da compreensão racional quando o tema proposto é o corpo, seja ele nas artes ou nas ciências. São investigações singulares, preocupações teóricas e gestos analíticos, experiências estéticas que mantêm, todavia, um sentido comum: compreender a importância – a partir da sua potência viva – tanto da materialidade psicofísica quanto da percepção estética nas reflexões produzidas sobre o passado e o presente no corpo.
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