Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Uma novela em sete contos curtos, um para cada dia da semana, um prefácio fora de jogo, uma didascália e um epitáfio por preencher. “A morte também pode ser um país, um país interminável sem fronteiras, sem línguas onde eu ainda não quero viver.” Patrícia Portela na quinta-feira “Procuramos o lugar exacto de onde vem a razão ignorando que a lógica nunca evitará a dor. Fazemos sentido porque podemos cair, não porque poderemos voar.” Patrícia Portela no sábado
Patrícia Portela nasceu em 1974. Autora de performances e obras literárias, vive entre Portugal e Bélgica. Estudou realização plástica do espectáculo (Lisboa), dramaturgia do espaço (Utrecht e Antuérpia), cinema (Ebeltoft) e filosofia (Leuven). Itinera com regularidade pela Europa e pelo mundo. Reconhecida nacional e internacionalmente pela peculiaridade da sua obra, recebeu vários prêmios (dos quais destaca o Prêmio Madalena Azeredo de Perdigão/F.C.G. para Flatland I e o Prêmio Teatro na Década para Wasteband). Autora de vários romances e novelas, como Para cima e não para Norte, Banquete (finalista do Grande Prêmio de Romance e novela APE), A coleção privada de Acácio Nobre e Dias úteis (considerado pelas revistas Sábado e Visão um dos melhores livros do ano). Participou no 46º International Writers Program em Iowa City em 2013 e foi a primeira Outreach Fellow da Universidade de Iowa City. Foi uma das cinco finalistas do Prêmio Media Art Sonae 2015 com a sua instalação Parasomnia, com a qual continua a circular pelo mundo, e foi a primeira bolsista literária em Berlim da Embaixada Portuguesa na Alemanha em 2016. É cronista e ilustradora do Jornal de Letras desde 2017.
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