Por que alunos que leem mais vão melhor em todas as matérias
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De que maneira as mulheres se constituem como sujeitos de sua própria história? A coletânea Diálogos feministas: gerações, identidades, trabalho e direito, que a Editora UFRJ acaba de lançar, leva essa pergunta a sério, explorando as potencialidades abertas pelo encontro entre o campo das ciências sociais e a crítica feminista. A publicação está à venda no site da Editora UFRJ e nas lojas da Livraria da Travessa. Organizado por Aparecida F. Moraes, professora de Sociologia da UFRJ e coordenadora do Núcleo de Estudos de Sexualidade e Gênero (Neseg/PPGSA/UFRJ) e por Anna Bárbara Araujo e Maria Clara Gama, doutoras em Sociologia e pesquisadoras do mesmo Núcleo da UFRJ, o livro apresenta estudos que se voltam aos diálogos e controvérsias entre ativismos e perspectivas feministas, bem como entre o feminismo e outros movimentos, organizações e instituições sociais e políticas, oferecendo um panorama abrangente do feminismo brasileiro. Escrito por 11 autoras, a coletânea é dividida em quatro partes. Na primeira delas, levantam-se questões sobre “Fronteiras identitárias: feminismos, gerações, movimentos”, abordando os dilemas identitários que envolvem distintas gerações feministas. Tratando de “Feminismos, tensões identitárias, gênero e trabalho”, a segunda parte analisa as questões relativas às mulheres trabalhadoras e, mais especificamente, as pujantes tensões entre os feminismos (e as feministas) e uma atividade comum às mulheres: o trabalho doméstico e de cuidado. Na sequência, “Feminismos e feministas em suas relações com grupos conservadores e progressistas” investiga as tensões e oposições, assim como afinidades e alianças, que se manifestam nesse movimento. A quarta e última parte do livro, “Feminismos e violências: direitos e assédio sexual”, enfoca um tema histórico e complexo na construção do feminismo brasileiro: as diversas formas de violência que atingem as mulheres.
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Ritmo constante
12 dias
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Ritmo intenso
8 dias
30 páginas por dia
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