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Literatura Estrangeira

Destruir, Diz Ela - Vol. 7

1ª Edição - 2025132 páginasRelicario EdiçOespt
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Sinopse

“Destruir, diz ela” (1969), de Marguerite Duras, gira em torno de um pequeno grupo de personagens reunidos em um hotel isolado, perto de uma floresta, onde suas interações são carregadas de tensão, desejo e destruição simbólica. A narrativa acompanha Élisabeth Alione, uma mulher emocionalmente perturbada que se envolve em uma dinâmica intensa e enigmática com Max Thor, um professor de história, sua companheira, Alissa, e Stein, um judeu misterioso. A estadia de Élisabeth e suas interações com os outros desencadeiam um jogo psicológico em que os diálogos fragmentados e a atmosfera opressiva exploram a alienação, o desejo e a ideia de destruição — não apenas física, mas também das estruturas sociais, do pensamento e das identidades fixas. Como em outras obras de Duras, há uma recusa em oferecer uma narrativa tradicional com progressão linear, privilegiando em vez disso a experiência sensorial e emocional dos personagens. O romance transita por temas recorrentes na obra da autora, como o feminino, a loucura e a dissolução da linguagem. O livro foi adaptado para o cinema pela própria Duras em 1969.

Sobre Marguerite

Filha de pais franceses, Marguerite Duras nasceu em 1914 na Indochina, uma colônia pertencente à França e que corresponde hoje ao Vietnã. Lá a escritora passou sua infância e adolescência antes de partir para Paris aos 18 anos, em 1932, onde cursou Direito na Universidade Sorbonne. Muitos de seus livros são marcados pelas memórias e reflexões de sua vivência asiática. Em 1943, publicou seu primeiro trabalho, Os insolentes, que seria seguido por mais de cinquenta romances, roteiros de filmes e textos dramáticos. Entre eles, Moderato cantabile, O amante (seu best-seller que lhe rendeu o prêmio Goncourt de 1984 e foi traduzido para dezenas de países) e Uma barragem contra o Pacífico. Seu trabalho foi associado com o movimento chamado nouveau roman (novo romance) e com o existencialismo. Também conhecida como a roteirista do filme "Hiroshima, meu amor", dirigido por Alain Resnais (premiado cineasta do movimento nouvelle vague), Duras também dirigiu filmes próprios, inclusive o conceituado "India Song" de 1976, muito embora sua carreira cinematográfica não atingisse o reconhecimento nos meios intelectuais e acadêmicos. Marguerite Duras faleceu aos 81 anos de idade em Paris, vitimada por um câncer. Foi sepultada no cemitério de Montparnasse.

Detalhes do livro

Título
Destruir, Diz Ela - Vol. 7
Autor
Marguerite Duras
Editora
Relicario EdiçOes
Ano
2026
Páginas
132 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9786550900090
Edição
1ª Edição - 2025
Formato
Brochura

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