Como criar um ambiente de leitura em casa que convide (em vez de afastar)
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
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“Correspondência com Jacques Rivière” é um dos novos livros da Coleção Artaud. O livro, como nos conta o pesquisador Edgard de Assis Carvalho, traz as trocas de cartas entre Artaud e Rivière, que “começa em primeiro de maio de 1923 e termina em oito de junho de 1924, distribuída em três plots intercambiáveis. Mais assertivo e questionador, composto de três cartas, o primeiro abrange os meses de maio e junho; o segundo, também com três cartas, datadas de 1924, pode ser considerado uma ontologia da criação e inclui o lancinante poema Grito; finalmente, o terceiro, com cinco cartas, abrange os meses de maio e junho de 1924 e espelha dilemas, sofrimentos, ambivalências, aspirações e resiliências da alma humana.” Esse é o quarto livro da Coleção Artaud, com tradução de Olivier Dravet Xavier.
Antonin Artaud é um dos artistas mais conhecidos da França. Nascido em Marselha, em 4 de setembro de 1896, faleceu em Paris, no dia 4 de março de 1948. Foi poeta, ator, roteirista e diretor de teatro francês. Por muitos, atualmente, é conhecido como louco, por ter sido internado em diversos manicômios franceses. Quando transferido para o hospital psiquiátrico, em Rodez, acaba conhecendo o Dr. Ferdière, médico-responsável do manicômio, com quem troca correspondência. Entre eles, uma relação se estabelece, o médico incentiva Artaud a continuar com sua verve literária, mas, ao mesmo tempo, acaba submetendo o poeta a uma série de tratamentos de eletrochoque, o que prejudica sua mente e seu corpo. Artaud é conhecido por livros, como o “Teatro e seu Duplo” (Le Théâtre et son Double), considerado um dos livros mais influentes do teatro.
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