Mangás e graphic novels: por onde começar e por que ler
Quadrinhos não são "coisa de criança". Mangás e graphic novels estão entre as formas narrativas mais inovadoras do século. Um guia para quem quer entrar nesse universo.
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Abordando o folclore brasileiro de maneira lúdica, o renomado autor de livros infantis, Vovô Felício, conta neste belo livro a lenda indígena sobre a grande aventura que culminou no surgimento da noite. Sobre os autores Vovô Felício é o pseudônimo de Vicente Guimarães, nascido em 1906, em Cordisburgo (MG). Foi casado com D. Mireta Ávila de Guimarães, teve sete filhos e vinte e dois netos. Trabalhou como jornalista e escritor em rádio e televisão escrevendo programas infantis e juvenis, foi poeta, educador e funcionário público. Em 1935, fundou a revista Caretinha; em 1940, lançou a revista infantil Era uma vez…, sendo, também, o responsável pela criação do suplemento infantil do jornal O Diário. Fundou a biblioteca infantil Caio Martins, onde, aos sábados, contava histórias para as crianças. Mais tarde, essas histórias vieram a constituir seus primeiros livros, e seu projeto literário hoje conta com cerca de 40 títulos nos gêneros infantil e juvenil. Vovô Felício veio a falecer em junho de 1981. Alessandro Von Helde nasceu em 6 de dezembro de 1975. É formado na área de comunicação social, tendo também frequentado a Escola de Artes Gráficas. Hoje, é designer, cartunista e possui ampla experiência no setor de comunicação. Leia também: • A fama do jabuti, Vovô Felício; • Gurupi, Vovô Felício; • Kijane Kiweza: um guerreiro muito capaz, Júlio César Medeiros da Silva Pereira; • O jogo dos olhos, Terezinha Éboli; • A lenda da lua cheia, Terezinha Éboli; • A lenda da vitória-régia, Terezinha Éboli; • A lenda da paxiúba, Terezinha Éboli; • A gralha-azul e sua lenda, Terezinha Éboli; • Martin, filhote de águia, Terezinha Éboli.
Vovô Felício é o pseudônimo de Vicente Guimarães, nascido em 1906, em Cordisburgo (MG). Foi casado com D. Mireta Ávila de Guimarães, teve sete filhos e vinte e dois netos. Trabalhou como jornalista e escritor em rádio e televisão escrevendo programas infantis e juvenis, foi poeta, educador e funcionário público. Em 1935, fundou a revista Caretinha; em 1940, lançou a revista infantil Era uma vez…, sendo, também, o responsável pela criação do suplemento infantil do jornal O Diário. Fundou a biblioteca infantil Caio Martins, onde, aos sábados, contava histórias para as crianças. Mais tarde, essas histórias vieram a constituir seus primeiros livros, e seu projeto literário hoje conta com cerca de 40 títulos nos gêneros infantil e juvenil. Vovô Felício veio a falecer em junho de 1981.
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