Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
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" Cabeleiros islandeses são as pessoas mais felizes do mundo. Bea não é uma cabelereira. Jonah também não. Mas juntos eles podem encontrar algo próximo à felicidade. Bea não tem coração. Ela é feita de lata. Pelo menos é o que sua mãe pensa. Na verdade, ela é muito, muito sensível. Uma Garota Robô que protege um coração de ouro. Prestes a ser flechado por Cupido. Mas esqueça as asinhas e o arco e flecha. Nada de anjinhos rechonchudos... para Bea, o Cupido é o alfabeto. É ele que conspira para sentá-la ao lado de Jonah, também conhecido como Garoto Fantasma. Observador silencioso, ele não faz um amigo novo desde a terceira série. Não é um grande fã das pessoas em geral... Mas está disposto a abrir uma exceção para Bea. Talvez. Aos poucos, eles criam uma ligação singular. Nada de amizade comum para esses dois, em que tudo se baseia em fofocas e festas e o que todos acham. Não Bea e Jonah não são como os outros... muito animados, muito simpáticos. Muito medíocres. Em vez disso, sua amizade vem de conversas comprometidas com a verdade, segredos partilhados, jogadas ousadas e telefonemas furtivos para o mesmo programa nortuno de rádio, fértil em teorias de conspiração. Eles ajudam um ao outro. E magoam um ao outro. Se rejeitam e se aproximam. Não é romance, exatamente - mas é definitavamente amor. E significa mais para eles do que qualquer um dos dois conseguem compreender. Para todos que algum dia entraram no maravilhoso, traiçoeiro, ardente e significativvo mundo de uma amizade verdadeira, do amor visceral. Para que procura seu Garoto Fantasma, aquela pessoa sem rosto, o ideal de afeição. Para os que desejam um coração para colocar em seu peito de lata. Para aqueles que simplesemente vestem seus sentimentos sem pudor, Como dizer adeus em robô vai ressoar profunda e duradouramente. ""Telefonem para este livro emocionante. Não é como nada que já leram antes. Amei."" - Rachel Cohn, autora de Nick e Norah "
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