Como a leitura pode acelerar sua carreira profissional
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ReflexõEs Depois do The End
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Por que não reunir, em um livro, os textos que foram inspirados por filmes? Cinema é minha segunda paixão, talvez até se equipare com a literatura. Juntar as duas artes num mesmo projeto acordou minhas borboletas no estômago. Mas, atenção, spoiler: não escrevo resenhas, não é crítica especializada. São apenas pensamentos e sensações que voltaram comigo pra casa depois de eu assistir a um road movie do Walter Salles, depois de ver o documentário sobre Amy Winehouse, depois de trancar o choro com o desfecho de As pontes de Madison. Aquilo que retive depois que as luzes da sala se acenderam. Aquilo que eternizou, para mim, uma obra desprezada pelo Oscar e que não ficou nem uma semana em cartaz. Aquilo que me comoveu diante da telona e que, horas depois, procurei entender por quê, escrevendo a respeito. O cinema como pauta. O cinema como terapia. O cinema como espelho. Martha Medeiros
Martha Medeiros nasceu em Porto Alegre, em 20 de agosto de 1961. Formou-se em Publicidade e Propaganda e trabalhou como redatora e diretora de criação em diversas agências. Estreou na literatura com o livro de poesia Strip-tease (Brasiliense, 1985). Seguiram-se os livros Meia-noite e um quarto (L&PM, 1987), Persona non grata (L&PM, 1991), De cara lavada (L&PM, 1995), cujos textos foram compilados em Poesia reunida (L&PM, 1998), entre outros. Em 1997, recebeu o Prêmio Açorianos por Topless (L&PM, crônicas). E em 2004, o Jabuti e o Açorianos por Montanha-russa (L&PM, crônicas). É uma das mais importantes escritoras brasileiras, autora dos best-sellers Simples assim (2015), A graça da coisa (2013), Feliz por nada (2011), Doidas e santas (2008) e Divã (2002). Sua obra inclui ainda contos, romances, histórias infantis e crônicas de viagem. Em 2014, em comemoração aos vinte anos de carreira como cronista, reuniu os melhores textos em três volumes: Felicidade crônica, Liberdade crônica e Paixão crônica. É colunista dos jornais Zero Hora e O Globo, e seus textos já foram adaptados com sucesso para o teatro, cinema e televisão.
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