Como montar e cumprir sua meta de leitura anual
Uma meta de leitura bem definida aumenta drasticamente a chance de você ler mais. Aprenda a calcular uma meta realista, como acompanhá-la e o que fazer quando ficar para trás.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Visceral e geométrico, Coisa de mamíferos — segundo livro do poeta e dramaturgo João Mostazo — surpreende os leitores pela indagação feroz que move os seus versos. Neles o que está em jogo não é a expansão lírica do sujeito, mas sim a escavação do enigma que constitui a matéria mais íntima dos indivíduos: a própria consciência. Daí a presença recorrente, ao longo de todo o livro, de ossos, dentes e fósseis que cifram, talvez, a irredutibilidade do ato de pensar. Poesia substantiva, que parece avançar contra a corrente e consegue ser, ao mesmo tempo, terrena, terrestre e metafísica. Os poemas deste livro combinam um impulso caótico de revolta, um nítido desejo de ordem e uma inquietação de fundo apocalíptico para explorar um território pouco comum na poesia brasileira contemporânea, dentro da qual brilham de forma intensa e original.
João Mostazo nasceu em São Paulo, em 12 de novembro de 1991. Poeta, dramaturgo e diretor teatral, fundou em 2015 a Cia. Extemporânea de teatro. É autor do livro Poemas para morder a parede (2020), das peças Fauna fácil de bestas simples (2015), A demência dos touros (2017), Roda morta (2018), CÃES (2018) e Dr. Anti (2022), além do longa-metragem Rompecabezas (2020). De 2018 a 2022 coordenou o núcleo de curadoria literária da revista USO. É bacharel em Estudos Literários pela Unicamp e doutor em Teoria Literária pela Universidade de São Paulo.
Outros livros da mesma coleção
Outros livros de João Mostazo
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Uma meta de leitura bem definida aumenta drasticamente a chance de você ler mais. Aprenda a calcular uma meta realista, como acompanhá-la e o que fazer quando ficar para trás.
Para combater o racismo, é preciso primeiro entendê-lo. Uma seleção de obras que revelam como o racismo estrutural moldou, e continua moldando, a sociedade brasileira.
O aluno que lê por obrigação raramente vira leitor. Mas há formas de apresentar a leitura escolar que mudam essa equação. Veja o que a pesquisa diz e como professores estão fazendo diferente.
Para escolas, universidades, autores e editoras