Pular para o conteúdo
Filosofia

Ciencia Nova

1ª Edicao - 2005875 páginasFundaçao Calouste Gulbenkian *pt
Seja o primeiro a avaliar
Sua leitura no Lireo

Guarde este livro na sua estante

Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.

Registre seu progresso de leitura
Descubra outros leitores do mesmo livro
Participe de clubes de leitura
Organize toda sua biblioteca

Sinopse

Insatisfeito com a metafísica de Aristóteles, Vico voltou-se para Platão e, depois, para Francis Bacon, começando a meditar em “um direito ideal eterno, estabelecido numa cidade universal segundo a ideia ou desígnio da providência, ideia sobre a qual são fundadas, depois, todas as repúblicas de todos os tempos”. […] O direito natural em foco não é derivado de uma qualquer natureza das coisas ou de uma ordem perfeita e acabada, nem é algo fixo, imutável no espaço e no tempo, qual substância, átomo ou mónada – como tinham pensado, por exemplo, Espinosa e Leibniz. Os seus princípios universais não se deduzem do que quer que seja; pelo contrário, induzem-se partindo da concreta experiência histórica que à “nova arte crítica” ou filologia pertence investigar e que diz respeito a tudo quanto é obra do arbítrio humano, as histórias, as línguas, as fábulas, as literaturas, as leis, os costumes, os factos ou feitos da paz e da guerra, as viagens, os comércios, etc.). Quer isto dizer que os princípios universais do direito – tema precípuo da Ciência Nova – hão de corresponder a exigências do senso comum dos povos guiado pela providência divina, contempladas no “mundo das almas” ou “mundo civil” através dos olhos dessa ciência nova, a qual, por ser uma ciência e assim ter de constituir o seu objeto, “constrói as ordens referentes aos assuntos dos homens”, do mesmo modo “como a geometria cria o seu mundo de grandezas”. Para definir o certo acerca do direito natural das gentes, note-se, a pesquisa dos filólogos deve observar o axioma segundo o qual “ideias uniformes nascidas no seio de povos inteiros, desconhecidos entre si, devem possuir um fundamento comum de verdade”. Uma tal presunção de verdade é mediada pela providência divina, que, com esse critério, ensina às nações o modo de reconhecerem as unidades substanciais do direito natural com as quais todas elas concordam. (Do prefácio de António Barbosa de Melo)

Detalhes do livro

Título
Ciencia Nova
Autor
Giambattista Vico
Editora
Fundaçao Calouste Gulbenkian *
Ano
2026
Páginas
875 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9789723111163
Edição
1ª Edicao - 2005
Formato
Hardcover

Mais de Giambattista

Outros livros de Giambattista Vico

Filosofia

Livros na mesma categoria

Blog Lireo

Dicas e recomendações para leitores

Soluções institucionais

Para escolas, universidades, autores e editoras