Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
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Faixa etária: A partir de 8 anos Temas: assombrações, medo, humor, imaginação, criatividade, produção de texto: miniconto. Chá de sumiço e outros poemas assombrados pode ser lido de várias formas. É um conjunto de deliciosos e marotos minicontos de terror. Mas é também a crônica dos personagens de terror - Frankenstein, vampiros, morcegos, almas penadas, coveiros, bichos - papões -, cada um às voltas com suas pequenas aflições e dilemas cotidianos, mostrando como os monstros também são gente como a gente. E, claro, Chá de sumiço é também poesia: são poemas lúdicos e líricos, curtos e bem-humorados, lembrando, muitas vezes, os versos de José Paulo Paes, que há décadas vêm conquistando os leitores mirins. "Contista, cronista e poeta, André Aguiar tem um estilo marcante, mas ao mesmo tempo múltiplo, com textos que narram, mostram, sugerem, brincam e questionam nossos pequenos e grandes medos." Leo Cunha " Chá de sumiço e outros poemas assombrados provoca arrepios. Mas não são de medo e sim de puro prazer. André Ricardo Aguiar joga com as palavras como a criança grande e culta que é. No texto, o cronista - bom observador do cotidiano - junta-se ao poeta, e o resultado é um apanhado que transforma situações terríveis em deliciosos jogos de linguagem. É livro para quem gosta de espantos - e o maior de todos eles é ler esses pequenos poemas e descobrir novas e inusitadas facetas para nossos medos infantis." Rosa Amanda Strausz
Nasci em Itabaiana, Paraíba. Atualmente, moro em João Pessoa e desenvolvo ações culturais na área literária. Desde pequeno, gostava de observar as coisas do mundo. Uma das mais assombrosas era o escuro da noite. Dali eu enxergava muitas histórias e acho que minha imaginação também espiava. Essas mesmas histórias, sem forma, ficaram guardadas e um dia resolveram cair no papel. Com o tempo, depois de crescido, resolvi ser escritor. Fiz livros para adultos e alguns para crianças. Dediquei um tempo à prática de revisar textos, depois trabalhei em jornal e me envolvi com projetos de leitura e acesso ao livro. Tenho uma filha, e ela foi inspiração o bastante para eu criar personagens. Gosto de escrever poemas, contos e crônicas. E quando não tenho companhia suficiente, faço amizade com monstros, bichos esquisitos e fantasmas. Eles me incentivam a escrever mais. É uma forma de manter o susto de viver como uma brincadeira. Vale a pena.
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