Mangás e graphic novels: por onde começar e por que ler
Quadrinhos não são "coisa de criança". Mangás e graphic novels estão entre as formas narrativas mais inovadoras do século. Um guia para quem quer entrar nesse universo.
Da Cenografia ao Figurino
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
José de Anchieta deu um novo significado para o trabalho cenográfico no Brasil. Neste livro, ao dividir suas memórias, relata como suas raízes influenciaram seu senso estético e apresenta sua trajetória profissional dedicada à cenografia e ao teatro. Esta obra é um convite para se maravilhar com a arte cenográfica. Os profissionais da área se emocionarão com as recordações de Anchieta; iniciantes e aprendizes terão uma aula magna de cenografia, e os leitores se envolverão com os relatos pitorescos e cheios de humanidade. Com a mesma poesia com que transforma um palco e leva o espectador para outro ambiente, José de Anchieta preenche as páginas e transporta o leitor para conhecer sua vida cenográfica.
José de Anchieta nasceu em Caruaru, Pernambuco, em 1948. Ao longo de 50 anos de carreira como cenógrafo e figurinista, trabalhou ao lado de importantes diretores de teatro como Antunes Filho, Ademar Guerra, Flávio Rangel, Antônio Abujamra, Cacá Rosset e Iacov Hillel. Ganhou, entre outros, o prêmio máximo de cenografia mundial de teatro: a Triga de Ouro da Quadrienal de Cenografia, Indumentária e Arquitetura Teatral de Praga, na República Tcheca, em 1995. Em 2002, publicou o livro Auleum – A quarta parede, pela Editora Abooks.
Outros livros de Jose de Anchieta
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Quadrinhos não são "coisa de criança". Mangás e graphic novels estão entre as formas narrativas mais inovadoras do século. Um guia para quem quer entrar nesse universo.
Criar o gosto pela leitura cedo é um dos maiores presentes que um adulto pode dar a uma criança. Uma seleção por faixa etária para acertar na escolha e encantar pequenos e grandes leitores.
O aluno que lê por obrigação raramente vira leitor. Mas há formas de apresentar a leitura escolar que mudam essa equação. Veja o que a pesquisa diz e como professores estão fazendo diferente.
Para escolas, universidades, autores e editoras