Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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O livro Capital especulativo livre, capital produtivo preso tem como objetivo discutir a incompatibilidade percebida nas economias dos países emergentes e, mais especificamente, no Brasil, entre a extrema liberdade do Capital Especulativo Internacional, com o propósito ao estímulo do crescimento do produto e da renda, sendo avaliada a gestão da Política Econômica brasileira ao longo dos anos de 1990. Em suma, no Brasil, o controle de capitais especulativos (improdutivos) criaria uma situação favorável à prática de juros mais baixa, reduziria a pressão nos gastos do governo com remuneração aos especuladores e, como resultado satisfatório, permitiria a ampliação dos investimentos públicos em obras estratégicas, fator importante à expansão do capital produtivo com capacidade em ampliar os níveis de emprego e renda do país.
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