Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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As lendas do Rei Artur e da Távola Redonda são pilares fundamentais da literatura medieval que reverberam através dos séculos e seguem moldando gerações de leitores e escritores, tendo sido uma referência literária para Tolkien desde sua infância. Figurando entre as produções mais emblemáticas do imaginário coletivo, os contos presentes nesta edição avançam sobre os mistérios do coração humano e nos convidam a revisitar Camelot, seu rei e os cavaleiros que o cercam a partir de novas perspectivas. Com artes de John Howe — um dos pioneiros na ilustração das obras tolkienianas — e compilação e textos do especialista em questões arturianas John Matthews, este livro é parte de Feéria, uma coleção que apresenta narrativas únicas para mergulhar na literatura de fantasia. O nome é uma referência ao termo desenvolvido por Tolkien para descrever um lugar mágico habitado por criaturas fantásticas onde a física, a natureza, a moral e o próprio tempo são regidos por leis próprias. Lá não se passam apenas os contos de fadas infantis, mas narrativas maduras nas quais o inexplicável se torna possível. A coleção está dividida em três segmentos: Feéria antiga reúne mitos e lendas fundacionais que inspiraram as primeiras obras de fantasia moderna, incluindo O Senhor dos Anéis; Feéria clássica reúne obras contemporâneas ao legendário de Tolkien, em sua maioria pertencentes à “era de ouro” da fantasia; Feéria visionária apresenta histórias que, inspiradas pelas obras de fantasia clássica, vislumbram outros mundos e possibilidades para a ficção especulativa contemporânea. Entre conhecidas e inéditas, as obras de Feéria vão encantar os leitores ao expandir o conceito definido por Tolkien, enquanto ilustram o desenvolvimento de todo um gênero literário.
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