Pular para o conteúdo
Artes

Benjamin e a Obra de Arte

1ª Edição - 2012256 páginasContrapontopt
Seja o primeiro a avaliar
Sua leitura no Lireo

Guarde este livro na sua estante

Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.

Registre seu progresso de leitura
Descubra outros leitores do mesmo livro
Participe de clubes de leitura
Organize toda sua biblioteca

Sinopse

Nos primeiros trinta anos do século XX já era intensa a reflexão sobre a cultura de massas. Coube a Walter Benjamin (1892-1940) redigir o texto que se tornou referência no tema: "A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica". Sintético e abrangente, ele analisa o impacto das imagens técnicas e as novas formas de percepção na modernidade. Até épocas recentes, a obra era única, e as cópias eram falsificações. Mas a simbiose entre técnica e arte produziu alterações tanto na criação quanto na recepção. Além da possibilidade ampliada de reproduzir obras, também surgem obras criadas para serem multiplicadas em série, especialmente graças à fotografia e ao cinema. A contemplação individual de uma obra única deu lugar à percepção coletiva e distraída de cópias amplamente disseminadas. O novo contexto eliminou a "aura", aquela combinação de inacessibilidade, originalidade e autenticidade que nascia de uma relação específica entre o observador e o objeto artístico. Fabricadas em massa, as mercadorias da indústria cultural também são produzidas para as massas. À obra de arte assim reificada corresponde a alienação de seus consumidores na recepção coletiva, agora tornada universal. O componente tradicional da herança cultural desaparece, mas de alguma forma também é retomado. O culto aos ídolos, promovido pela indústria cinematográfica, e a estetização fascista da política tentam renovar a "aura" na era da mídia e da política de massas. Benjamin conclui, premonitoriamente, em 1934: "O fascismo busca organizar as massas proletárias, sem no entanto tocar no regime de propriedade que essas massas desejariam abolir. Vê sua salvação não em fazer valer o direito das massas, mas em permitir que elas se manifestem. [...] O fascismo desemboca, portanto, em uma estetização da política. [...] Todos os esforços para estetizar a política culminam em um só lugar: a guerra." O ensaio de Benjamin teve várias versões, com diferenças significativas. A que o autor considerou definitiva, publicada postumamente, abre este volume. Seguem-se os "Comentários" de Detlev Schöttker, que contextualizam a produção e a recepção do texto e incluem cartas trocadas entre Benjamin, Horkheimer e Adorno, e dois ensaios luminosos sobre esse potente escrito benjaminiano, de autoria de Susan Buck-Morss e Miriam Hansen.

Planeje no seu ritmo

Quanto tempo leva para ler Benjamin e a Obra de Arte?

Esta edição tem 256 páginas. Escolha uma meta diária possível e ajuste o plano conforme a leitura avançar.

Ritmo tranquilo

26 dias

10 páginas por dia

Ritmo constante

13 dias

20 páginas por dia

Ritmo intenso

9 dias

30 páginas por dia

Detalhes do livro

Título
Benjamin e a Obra de Arte
Autor
Walter | Schottker Detlev | Morss Susan Buck | Hansen Miriam Benjamin
Editora
Contraponto
Ano
2012
Páginas
256 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9788578660543
Edição
1ª Edição - 2012
Formato
Brochura

Artes

Livros na mesma categoria

Sua vida de leitura

A leitura de Benjamin e a Obra de Arte pode continuar na Lireo

A Lireo é uma plataforma para organizar sua estante, registrar páginas e impressões, publicar resenhas e encontrar pessoas que estão lendo os mesmos livros.

Blog Lireo

Dicas e recomendações para leitores

Soluções institucionais

Para escolas, universidades, autores e editoras