Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
Movimentos Sociais, Coletivos e OrganizaçõEs Sociais Civis - Como Impactam e por Que Importam?
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Este livro tem um diferencial em relação a outros que já escrevi: o tempo histórico em que ele foi escrito e a maioria dos acontecimentos que são narrados e analisados. Um tempo que afetou e impactou de forma diferente todos os seres humanos: o tempo da pandemia da Covid-19. Não só tempo de incertezas, medo do presente, mas também de busca de caminhos para mudanças sociopolíticas e culturais que possam manter viva a esperança para um futuro diferente. Um futuro que nos livre da barbárie do presente, que contemple novos horizontes, que reflita as mudanças operadas na sociedade, e não simples tentativa de regresso ao passado. Caminhos que iluminem alternativas para um futuro que restitua direitos e dignidades que estão sendo usurpados. Ou seja, um futuro com justiça social, sem desigualdades socioeconômicas, que nos dê esperança e “calma na alma”, como diria um poeta. (Da apresentação)
Maria da Glória Gohn é doutora em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, fez pós-doutorado em Sociologia na New School of University, Nova York, e foi bolsista da Fundação Rockfeller em Belágio, Itália, e na Unesco, no Chile. Fez estágios de pesquisa na Oxford University, UK, e na Columbia University, EUA. É professora titular na Unicamp e professora-visitante sênior da Ufabc. Foi professora-visitante na Universidad Nacional de Córdoba, Argentina, e na Universidad Complutense de Madri, Espanha. É pesquisadora PQ 1A do CNPq, coordenadora do Comitê de Pesquisa Movimentos Sociais da Sociedade Brasileira de Sociologia. Foi vice-presidente do RC 47 (Social Movements) da ISA (International Sociological Association), membro da Lasa (Latin American Studies Association) e outras associações internacionais. Em 2010 foi incluída no Dictionary of Eminent Social Scientists: Autobiographies, da Fundação Mattei Dogan, em Paris. Publicou dezenas de artigos em revistas acadêmicas no Brasil e no exterior e 22 livros de autoria individual. Dentre eles se destacam: A força da periferia; Mídia, Terceiro Setor e MST; Movimentos sociais e redes de mobilizações civis no Brasil contemporâneo; Manifestações de junho de 2013 no Brasil e praças dos indignados no mundo; Participação e democracia no Brasil: da década de 1960 aos impactos pós-junho de 2013, editados pela Editora Vozes.
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